terça-feira, 17 de janeiro de 2012

"ANJINHOS" DE HOJE E O MEIO AMBIENTE



"Anjinhos" de hoje e o meio ambiente

 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



Nada mais lindo do que a alegria e a ingenuidade de uma criança. Hoje em dia, com o mundo tão mudado, em função das inovações constantes que ocorrem em todos os setores, nota-se que até as crianças estão mudando seus hábitos.

Não brincam mais de “5 Marias”, “bilboquê”. Não jogam bola de meia na rua; não brincam com bolinhas de gude; não jogam “sapata”, e tantos outros brinquedos saudáveis que existiam... Sim! Existiam...

Até os brinquedos industrializados são diferentes. E como são diferentes... Hoje em dia é muito comum observarmos nos parques crianças com dois anos de idade “brincando” com telefone celular. É o aparelho que o papai ou a mamãe trocaram por um mais moderno... É o tempo de hoje!



São os “tempos modernos”, não criados por Charles Chaplin, mas os nossos. Os tempos do século XXI. Isso me leva a mostrar um diálogo interessante entre o Tiago e o Dinho, amiguinhos de quatro anos de idade:



- Dinho, tu gostas de plantar?



- Plantar? Claro que gosto. Vejo muito os filmes no computador do papai. Ele me mostra tudo...

- Eu também. Mas eu também vejo a vizinha da mamãe mexer muito nos vasos lá do corredor do meu edifício. Plantar deve ser legal! É um bom brinquedo para a gente fazer...

- Acredito. Sabes por quê?



- Não.

- Vou te explicar. Aprendi isso vendo nos desenhos da TV e também com a professora do colégio que tudo que a gente planta nasce e fica grande. Eu vi na TV que as árvores eram pequenas como nós e depois de plantadas elas crescem e ficam bem grandes... Hoje elas são grandes...

- É verdade!



- Vamos brincar de plantar?



- Mexer na terra? Que legal!



- Sim. Na terra. Lá nos vasos da vizinha. Ela é amiga de todos. Não vai ter problema. É muito amiga da mamãe.

Passados alguns dias...

- Dinho, vamos fazer a nossa brincadeira de plantar? - Falando no telefone celular com seu amigo Tiago.

- Vamos! - Responde o amiguinho, também num telefone celular.

- Já sabes o que vamos plantar?



- Eu pensei muito... Gostaria de falar contigo, pois é melhor a gente brincar e discutir nossas plantações “em grupo”. Também aprendi isso vendo TV.

Reuniram-se no final de semana, junto ao computador do Dinho. Depois de um joguinho, falaram a respeito da plantação.

- Eu penso que nós poderíamos plantar carros.

- Carros? Carro não é planta.

- E daí? Tudo que a gente planta cresce. Assim eu aprendi.

- Mas não é só planta e fruta?



- Não. Tudo!!!



- Bem, se tu sabes, vamos logo brincar de plantar... Por que carro e não telefone? Por que não plantar livrinhos de história? Por que não plantar outra coisa que a gente brinca?



- Eu acho melhor a gente plantar carro, pois a gente tem bastante carrinho de brinquedo, não é verdade? Lembras daqueles que a gente ganhou no último Natal? Muitos a gente nem brinca mais. Eu sempre gostei das garagens que a gente fazia. Era legal! Plantando toyotinhaa gente vai ter carro grande como Toyotado papai. Que achas da idéia?



- Bah! Idéia genial.

- Vamos brincar de plantar carros?



- Sim...

E assim foram os dois “anjinhos” ao local. Pegaram vasos, terra e os carrinhos toyotinha Colocaram um deles junto à terra, afundaram o carrinho, regaram com bastante água, e disseram bem alto para que todos pudessem ouvir:



- Dentro de algum tempo teremos o nosso "carrão”, igualzinho ao do papai. Como é bom plantar...

É o pensamento de meio ambiente junto às crianças de hoje...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

INÍCIO E FIM




INÍCIO E FIM

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Blog:  davidiasnogrodski.blogspot.com



Final de tarde.

De uma tarde quente de verão.

O cenário é uma praça.

Praça com bancos, gangorra, balanço, caixa de areia e até lugar para os “cãezinhos” se deliciarem com suas brincadeiras com bola.

Tudo no final da tarde.

Praça cheia.

Muitos caminhando.

Outros correndo.

Todos se exercitando.

Era final de tarde.

Final de expediente.

O empresário, o estudante, o médico e as crianças.

Todos na praça.

E lá vem eles.

Quem?

O início e o fim.

Sim! O início e o fim.

Estão no meio dos caminhantes.

Um com sua mamadeira.

O outro olhando as pessoas.

Um de gorrinho na cabeça.

O outro com boné do seu time de preferência.

Um sem sapato em função do calor.

O outro com sandálias.

Um sendo empurrado pela mãe.

O outro sendo empurrado pela “cuidadora”.

Andando lado a lado.

Um olhando o outro...

Lá vem eles.

Muitos dos caminhantes, corredores ou passeadores ficam a olhá-los.

E eles pensativos nos seus “pensamentos”.

Um “olhando” o futuro.

O outro “olhando” o passado.

Como será o amanhã? Deve ser as indagações dos dois.

Os dois “preocupados”: Afinal de contas tudo é preocupação. Em qualquer momento de nossa existência.

Um perto de completar seu primeiro ano de existência.

O outro, atravessando mais de nove décadas, em baixo astral “a pensar com seus botões”.

Os dois com seus “veículos”.

Um com o “carrinho”. Carrinho com rodas pequenas. Carrinho de criança.

O outro com a “cadeira”. Cadeira de rodas, com rodas maiores do que a do carrinho de criança.

Um no início de tudo.

O outro pensando nos “finalmente”, apesar de toda a longevidade...

Os dois no final da tarde.

Os dois juntos.

Os dois a se olharem.

Os dois pensativos.

São as “retas” da vida.

Um no início.

Outro nos “finalmente”

Os dois com muita vontade. Vontade de viver...

Os dois no mesmo cenário.

Os dois na praça.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

CALOR OU FRIO?



CALOR OU FRIO?



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Blog:  davidiasnogrodski.blogspot.com




O que é melhor para o turista?

Já sou do time que o clima frio é o melhor...

Sei que muitos de vocês vão me contrariar. Preferem o calor. Praia. Pouca roupa. Bronzeamento – mas com muito protetor solar...

Eu não! Prefiro o frio.

Muita roupa e de preferência ver, tocar, sentir a neve. Algo fantástico!

“ O que seria do vermelho, se todos gostassem do azul...” Não é apura verdade?

Assim é tudo.

Existem turistas para tudo.

Existem paisagens para todos os gostos.

Existem momentos para todos.

Não somos iguais.



Calor ou frio?



São as escolhas de todos nós.

É o que eu digo sempre: estamos no verão. No hemisfério norte é inverno. Lá está o frio.

Aqui está o calor. “Os de lá” vem para cá e muitos de nós vão para lá... É o deslocamento natural do turista.

Agora é época de férias. No hemisfério sul. No Brasil.

Que mar!!!!
Muitos estão se deliciando com o nosso mar. O mar gelado do Rio Grande do Sul. Alguns estão indo para o vizinho Santa Catarina, onde o mar é muito melhor que o do Rio Grande do Sul... Inclusive, também , se deliciando com suas águas termais, mesmo sendo verão...

Outros estão se deslocando para a “cidade maravilhosa”, sempre maravilhosa apesar dos “pesares”... Outros, ainda, estão voando para o nordeste brasileiro que é lindíssimo.

É lindo!!!!



O frio também é disputado por muitos nesta época do ano. Se deslocam para o hemisfério norte. Lá tem o frio e às vezes até a tão esperada neve. Lá é baixa estação. Um pouco mais em conta para o “bolso”.

Tudo vai ao gosto e também das possibilidades do turista.

Sempre é acompanhada da pergunta?



Calor ou frio?



A vocês todos boa viagem. Não importa para onde. O importante é aproveitar ao máximo.
Tudo é cultura.

Não esqueçam: logo em seguida inicia tudo novamente.

As férias passam tão rapidamente.

Concordam comigo?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"ONDA VAI, ONDA VEM..."



“ONDA VAI, ONDA VEM...”

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Blog:  davidiasnogrodski.blogspot.com

“Fico a pensar com meus botões...”

Horas a fio.

Tudo na frente do mar.

E ela vai.

E ela vem.

A onda...

Sentado na cadeira junto à areia fofa do mar.

Olho o horizonte.

Que coisa bela! Azul o u verde?

A onda vai.

A onda vem.

Lá adiante o surfista. Solitário com seus equipamentos...

E eu a pensar.

“Pensar com meus botões...”

As horas vão passando.

Horas, minutos e segundos.

O sol se pondo.

A lua aparecendo. Quarto Crescente!

E eu a olhar o horizonte.

A onda vai.

A onda vem.

Minha cadeira volta e meia fica atolada na areia.

Levanto-me.

Retiro o atolamento.

Volto a sentar.

Volto a pensar.

Volto a olhar o horizonte.

Que lindo!

Que lindo!

Ao longe, bem ao longe surge um navio.

- Deve ser um pesqueiro. Diz o vizinho em voz alta.

E eu a olhar.

E eu a pensar.

A onda vai.

A onda vem.

O clima está ótimo. Não muito calor. Sem vento.

- Bem, na beira do mar tudo é bom. Diz o vizinho em alto tom.

E eu a pensar.

E eu a olhar.

O sol já foi. Já faz alguns minutos.

Já é noite. A lua iluminando o mar.

Que lindo!

Levanto-me.

Retiro a cadeira.

Volto para casa.

Volto pensativo.

Vem-me a letra da música: “Tristeza não tem fim, felicidade sim...”

É a pura verdade, “penso com meus botões”.

Volto assobiando a música...

É o clima do mar.

Onda vai.

Onda vem...

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

IDISCH IZ AZÓI GIT


“IDISCH IZ AZÓI GIT”
Leitor de jornal na língua "idisch'
(idisch é muito bom)

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador
david.ez@terra.com.br       blog;  davidiasnogrodski.blogspot.com

Ontem depois da caminhada final  de tarde fui no supermercado.
Na fila do caixa encontro um amigo da época de adolescência.
Hoje ele é médico. Psiquiatra. Bem sucedido. Alberto Stein é o seu nome.
Conversa vai. Conversa vem. Eu disse a ele algumas  expressões em “idisch” ( dialeto do alemão falado muito pelos judeus europeus). E ele me perguntou;
- Falas “idisch”?
E eu respondi: “Um pouco”. Disse a ele que quando  visitei a Alemanha e Áustria tive a oportunidade de me relacionar através do “idisch”. E disse a ele que onde estou sempre encontro alguém que se comunica em “idisch”.
E ele lamentou que não aprendeu o “idisch”. A língua dos nossos “zeides e bobes” (avós) e também de muitos de nossos pais.
Eu, o pouco que sei e que ainda sei... devo aos meus pais e avós. Eles, os avós, só se comunicavam em “idisch”. Tiveram muita dificuldade com o português. Eram imigrantes.
No colégio aprendi um pouco de “idisch” – nos primeiros anos do primário, além do latim, francês, inglês e hebraico. Eram outros tempos...
Tenho muita dificuldade em aprender línguas. Comunico-me bem com o espanhol. Aprendi falando... Recentemente tive aulas.
O “idisch” tem um “tchan” de especial.
Sua “musicalidade” é interessantíssima. As piadas contadas na língua “idisch” têm um ar muito engraçado.... As traduções são difíceis. Não ficam com o mesmo entusiasmo... Admiro muito quem sabe ler o “idisch”. Existiam muitos jornais na língua “idisch”.
Quando estava em Berlim e encontrei alguns judeus na Sinagoga e com eles mantive um bom diálogo em “idisch” ficaram muito emocionados. Na sabiam que ainda existisse pessoas no Brasil que falavam o idisch “. Eu disse que assim como eu ainda possuem pessoas que em função da sua educação familiar falavam este dialeto.
É um dialeto que está sumindo, principalmente em função da subida do hebraico.
Em Buenos Aires encontramos muitos integrantes da comunidade judaica que se comunicam em “idisch” assim como em Nova York.
Em São Paulo, como é a maior comunidade judaica do Brasil, encontramos muitos que falam o “idisch”.
Em Israel já é mais difícil. Encontramos integrantes dos imigrantes russos que falam o “idisch”. O restante só o hebraico que é a língua oficial do país.
“Idisch”.
“Idisch”.
Não se pode esquecer de Sholem Aleichem e tantos outros escritores e teatrólogos que nos deixaram um legado muito interessante a respeito do “idisch”. Eu continuo dizendo: “Idisch iz azoi git” (o “idisch” é muito bom).
Tomara que nunca termine, mas como está diminuindo o número de pessoas interessadas entendedores deste dialeto, creio que em breve tempo ele desaparecerá. Tomara que não!!!
Admiro quem entende, fala, escreve e se comunica em vários idiomas. Isso é cultura.
Todo esse texto foi em função da minha caminhada de final de tarde e depois a minha ida num supermercado e encontrar um amigo da adolescência na fila do caixa.
Supermercado: local de conversa. Não é um local somente de consumo.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

TUDO DE NOVO!



TUDO DE NOVO!


David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
Blog:  davidiasnogrodski.blogspot.com
Passou o Natal.
Passou a tão esperada entrada do novo ano.
Dias com 24 horas.
Trabalho.
Rotina.
Uns gozando as merecidas férias.
Outros pensando nas férias que tem direito, mas ainda não chegou a época...

E outros, ainda, pensando nas “loucuras” das estradas em função dos finais de semana onde ocorreram o Natal e a chegada do Ano Novo.
Agente escrevendo para “sites”, como eu, sabemos que nossas palavras estão no mundo. Que coisa boa!!! Que coisa boa é poder sentir esta interatividade global!
Em função disso surge a indagação: “Será que em outros lugares deste planeta as pessoas se “jogam” tanto nas estradas como aqui no Brasil em função dos finais de semana, prolongados ou não”? Dúvida!!!
Ouvimos pelo rádio ou vimos pela televisão que os congestionamentos, ao menos aqui no Sul do Brasil, tiveram momentos com mais de 30 km de lentidão em diversos locais. Absurdo!!! Crianças chorando. Idosos resmungando e os carros parados ou quase parando...
Eu sei que nossas vias ou estradas não foram realizadas, idealizadas ou planejadas para receberem o trânsito atual. Eu sei! Sei de tudo! Muita gente também sabe, mas até agora não fizeram nada para solucionar...
O número de veículos aumentou consideravelmente nos últimos anos e as nossas estradas e vias urbanas não acompanharam esse crescimento.
O que vamos fazer?
Nada.
Esperar.
Aguentar.
Observar o que vai acontecer.
Continuar a circular com nossos veículos por essas estradas. Já chamaram, outrora, nossos veículos de “carroças”. Eles melhoraram consideravelmente. Já são veículos ao gosto mundial.
 Mas nossas estradas
continuam as mesmas desde os tempos das “carroças”... Não é verdade?
Vamos aguardar.
Tomar cuidado para diminuir o número de acidentes e de acidentados.
No próximo final de semana, eu sei, tudo de novo!!!
Todos à estrada. Mas com cuidado...
 Respeitando a sinalização.
Não correr além dos limites permitidos.
Todos ao congestionamento...
E depois?
Depois é a volta...
E tudo de novo!!!
........................................................................
A todos um excelente 2012.
Alguns dias e horas já se passaram, mas ainda é o período novo.
Ano novo!
Vida nova!
..........................................................................
Agradeço as mensagens recebidas alusivas ao início de mais um ano novo.
Saúde, paz, amor e que todos os sonhos possam ser realizados.
Abraço a todos.



OUTROS TEMPOS



OUTROS TEMPOS

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador

david.ez@terra.com.br    blog: davidiasnogrodski.blogspot.com





Tempo da dificuldade de conseguir um telefone.
Sim, e que dificuldade.
Esperar numa fila enorme junto à Companhia Telefônica.
Quando conseguíamos era uma festa... E o valor da aquisição era grande... Muito grande. O famoso aparelho preto de disco. O “pretão” chamado por muitos.
Tempo de poucos automóveis nas ruas.
Quem possuía era muito “notado”. Principalmente os jovens.
Pensando exatamente neste assunto encontrei um dia destes um colega de cursinho pré-vestibular. O IPU- Instituto Pré  Universitário. Encontrei numa das minhas caminhadas o Hamilton Mancuso Jr.
Tínhamos aula à noite. No centro da cidade. No centro de Porto Alegre. Na Rua Uruguai. Década de 60. Ficamos a lembrar dos tempos das nossas aulas no “cursinho”.
Recordamos que numa certa noite pedimos permissão ao professor ( sim, pedimos permissão ao professor) para nos retirar mais cedo para assistirmos a um filme muito famoso que estava sendo exibido no cinema Imperial: Filme dos Beatles. Era numa sexta feira. Não esqueçam: década de 60.
O professor nos permitiu sair de aula. Filme dos Beatles!!
Saímos encantados do cinema com a música interpretada pelo grupo inglês.
Na volta ele me deu uma carona no seu “flamante” Karmann Guia verde. Ele possuía carro! Todos os colegas gostavam da sua carona. Era um veículo que chamava muita atenção. Principalmente pelo seu “design” moderno. Até nos dias de hoje chamaria sua atenção pela beleza de suas linhas. Ele levava de carona um por dia. O veículo era pequeno. Só para duas pessoas. E a gente se deliciava, pois a maioria, como eu, s e deslocava para as aulas de bonde.
Eram outros tempos.
Tempos de pedir permissão para sair de aula de um “cursinho” pré-vestibular para assistir um filme.
Igual a hoje?
Claro que não...
Hoje a juventude não conhece o “pretão”.
Hoje a juventude tem seu carro próprio.
Hoje a juventude não pede permissão para sair de aula. Mas esta juventude de hoje ainda pensa e ouve os Beatles, assim como assiste “shows” com ex-integrantes deste fabuloso grupo vocal e instrumental.
Outros tempos.
Outros caminhos.
Outros modos de pensar e agir.
Outra realidade.
Mas nossa amizade e coleguismo, apesar das mudanças da sociedade continua a mesma. Somente alguns poucos fios de cabelo esbranquiçados é que mostra nossa mudança. Apesar disso continuamos os mesmos: colegas e amigos.

Eram outros tempos.

Tempos de pedir permissão para sair de aula de um “cursinho” pré-vestibular para assistir um filme.

Igual a hoje?

Claro que não...

Hoje a juventude não conhece o “pretão”.

Hoje a juventude tem seu carro próprio.

Hoje a juventude não pede permissão para sair de aula. Mas esta juventude de hoje ainda pensa e ouve os Beatles, assim como assiste “shows” com ex-integrantes deste fabuloso grupo vocal e instrumental.

Outros tempos.

Outros caminhos.

Outros modos de pensar e agir.

Outra realidade.

Mas nossa amizade e coleguismo, apesar das mudanças da sociedade continua a mesma. Somente alguns poucos fios de cabelo esbranquiçados é que mostra nossa mudança. Apesar disso continuamos os mesmos: colegas e amigos.