sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

SOMOS GENTE! NÃO SOMOS IGUAIS...





SOMOS GENTE!

NÃO SOMOS IGUAIS ...

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Onde está a diferença?

Fazer rápido e mal feito,

Ou

Fazer lento e com qualidade?

São indagações que nos levam a pensar.

Rápido?

Lento?

Com qualidade?

Sem qualidade?

Bem, o ideal (existe ideal?) seria rápido com qualidade.

Nem sempre isso pode ser concretizado.

O ideal (existe o ideal?) é existir um planejamento onde possamos unir o útil com o agradável.

Nem sempre o rápido para mim é igual ao rápido para outros.

E com esse pensamento poderemos definir qualidade?

Bem, qualidade é o que desejamos sempre. Em todas as ocasiões. É o meu pensamento. Mas também o termo qualidade poderá restringir algumas coisas. Como por exemplo: Qualidade tem preço maior? E eu digo; qualidade não é custo. Qualidade é investimento. Claro está que nem tudo que é ótimo pra mim poderá ser ótimo para os outros.

Enfim: Nós somos gente!

Somos e devemos ser exigentes em todas as nossas atitudes, portanto sou da seguinte opinião: vamos nos dar as mãos e exigir sempre o máximo. O melhor! Também aqui vem a dúvida: Melhor para mim, será que é igual à de todos?

Somos gente!

Não somos iguais.

Logo, vamos perseguir o que desejamos que seja o melhor com a melhor qualidade para cada um de nós.

Acredito assim que ninguém se arrependerá!

Não podemos esquecer nunca:

Somos gente!

Não somos iguais.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

PALAVRAS A UM PADRINHO




PALAVRAS A UM PADRINHO

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Todos nós temos padrinho.

Padrinho de nascimento.

Padrinho de casamento.

E por aí afora...

Meu padrinho de nascimento foi meu tio Isak Pogorelsky juntamente com sua esposa Olga. Grandes amigos. Grandes tios.

Mas nesse momento não vou falar deles. Vou me referir a outro padrinho.

Padrinho de casamento.

Um colega de profissão.

Um grande amigo para todas as horas (e não sou só eu que afirmo isso...).

Trocamos grandes idéias em muitos momentos.

Um grande conhecedor de Porto Alegre, mesmo não tendo nascido na capital de todos os gaúchos.

Uma pessoa de voz firme e forte, não deixando de lado o amor ao próximo.

Conselheiro para todas as horas. Das mais amargas as mais alegres.

Trata-se de Dib. João Antonio Dib.

O Dib da Vacaria.

O Dib servidor público municipal.

O Dib vereador de Porto Alegre

O Dib Engenheiro formado pela UFRGS.

O Dib colega.

O Dib amigo.

O Dib!

São palavras a um padrinho.

São palavras de um chefiado.

São palavras de um amigo.

São palavras de afilhado.

Só poderia encerrar com estas palavras: Dr. Dib – Saúde e Paz.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

VIDA PARA SER VIVIDA





VIDA PARA SER VIVIDA

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


a vida foi feita para ser vivida
 

Existem pessoas que estão sempre à procura de desafios. Não importa onde. Não importa quando.

Acredito até que todos nós deveríamos seguir este caminho.

Sei que nem sempre é assim.

Existem pessoas que estão sempre pronunciando o seguinte: “vou conseguir. Vou conseguir!”.

É um grande desafio.

Sempre os desafios!

Sempre desafio...

Termo importante em todas as ocasiões.

Termo importante em todas as ocasiões.

Termo importante para todo e qualquer profissional. Não importando a idade.

Termo importante para a sobrevivência...

Outra indagação: Suplantar obstáculos é um desafio? Que pergunta...

Indaga o aluno ao professor. (sempre digo, o aluno deve sempre saber perguntar).

E o professor responde: “Desafio é tudo, incluindo a superação de todos os obstáculos”.

Em tudo devemos nos desafiar e para tanto devemos manter a devida motivação.

Este termo é importante para a nossa vida?

Indaga o profissional ao seu mestre num escritório de consultoria.

- Meu dileto aluno: não há suplantação de obstáculos sem desafios. E não há a realização de desafios sem a devida motivação. Ou seja – motivação deverá estar presente em tudo. Em todos os momentos. Até os mais delicados e tristes. Em todos os momentos...

Se tivermos motivação tudo será mais fácil.

Sabemos nós que as dificuldades existem. E como existem... E para todos!

Para tanto a motivação é essencial.

Há um velho ditado que diz: “Se não houver dificuldades no caminho não haverá graça na vida”.

Gente!

Desafios, obstáculos, motivação.

Termos que estarão sempre entre nós. Devemos conviver e viver com eles. Assim o sucesso estará mais perto de nós.

Não só isso para obter o tão esperado sucesso: capacidade, tirocínio, talento, inteligência, comunicação e senso de observação farão parte da rota do sucesso.

Esta rota é obtida suplantando todos os obstáculos que tivermos pela frente, realizando os devidos desafios e sempre com muitíssima motivação.

É a vida!

É a vida para ser vivida...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

HISTÓRIA SIMPLES DE UM "SIMPLES" SER HUMANO




HISTÓRIA SIMPLES DE UM “SIMPLES” SER HUMANO

 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Sou um "flanelinha"
 

Sou um “flanelinha’.

Nem sei porque me chamam assim.

Acredito até que seja em função de que em outros tempos, eu tinha na mão um “paninho” para limpar os vidros dos carros que passavam no meu “ponto”.

 

Hoje já não uso esse “equipamento”.

Tenho um mais moderno. Igualzinho aos dos frentistas dos postos de combustível.

Meu equipamento é igual a dos frentistas dos postos de combustível
 

Não estou aqui para falar da minha “profissão”. Trabalho como muitos mais de 8 horas por dia. Não tenho carteira assinada. Sou um “profissional autônomo”. Não ganho hora extra. Claro que quando chove, eu fico em casa. Nos finais de semana estou “passeando” com minha família. Nos feriados, nem sempre compareço no meu ponto de trabalho, pois não adianta nada. Diminui muito o movimento dos veículos...

 

Acharam engraçado eu dizer que vou passear com minha família? Sim, tenho família. Mulher e dois “lindos” filhos. São ainda pequenos... Mas são muito lindos. Se parecem mais com a mãe deles... Vão estudar. Vou colocá-los na escola. Terá que ser na escola pública. Não vou ter o dinheiro suficiente para que eles estudem em escolas particulares. Atualmente estas escolas são melhores, mas eu, infelizmente, não tenho o dinheiro para sustentá-los na escola particular. Quem sabe um dia posso melhorar o meu rendimento... Quem sabe... A gente nunca sabe como será o dia de amanhã...

 

Atualmente moro embaixo de uma ponte de madeira. Acredito que, mais adiante, como as “coisas” estão melhorando eu me mudarei para uma ponte de concreto. É melhor. Não tem muita goteira... Esse fato é muito ruim, principalmente no inverno... Mas tenho a certeza que irá melhorar. Tenho fé...

 

Espero que, ao menos, um de meus filhos, seja médico. E médico do SUS. Assim ele poderá tratar melhor dos meus “colegas de trabalho”. É difícil a gente conseguir uma ficha “nesse” SUS. Acredito que se o meu filho fosse médico, ele conseguiria melhorar “um pouco” essa situação. Afinal ele está vindo debaixo de uma ponte...

 

Mas...

Vou levando a vida!

 

Ainda, se Deus quiser, serei “dono” do meu ponto de trabalho. Sabem porque digo isso? Pago aluguel pelo ponto onde exerço minhas atividades profissionais. Eu não sou dono, mas não posso me queixar. Acredito que logo, logo terei junto a mim uma máquina de cartão de crédito. 
É o meu sonho! Sei que vai melhorar... É a modernidade na minha profissão... Assim acredito que muitos poderão “contribuir” com mais dinheiro para minha profissão e também “muitos ao passarem por mim não dirão que não possuem o trocadinho”. Sei, que muitas vezes as “moedinhas” estão em falta. Estão escassas!. Com a maquininha do cartão de credito eles poderão, tranqüilamente, me dar o “dinheirinho” sem precisar dos trocadinhos. Acho que seria uma boa! Procuro sempre realizar meu “serviço” com qualidade. A água está sempre limpinha. O sabão também é de qualidade... Não se pode perder cliente por problemas de serviço mal feito... Assim eles não voltam... Isso eu aprendi com um cliente meu que é professor de faculdade...

 

Assim levo a vida...

Assim digo a meus filhos na janta, pois na minha, casa nesta refeição, é o momento de união da família: rezamos todos os dias e após comemos. Todos os dias, antes de chegar em casa, passo no “mercadinho” para comprar pão, leite e margarina. Isso não pode faltar nunca. Até é bom para as crianças. é vitamina.

 

Tenho caderneta de poupança. Abri até para meus filhos quando nasceram. É o grande presente que estou deixando para eles. Passo no banco todas as semanas para colocar um “pouquinho” da sobra do meu trabalho. Assim ensino a meus filhos que é importante poupar para o dia de amanhã... Minha esposa fica na “ponte” realizando as lides domésticas: lavando roupas, arrumando o nosso “cantinho” e ajudando as crianças a crescer...

 

A vida é difícil, mas me acostumo.

Não tive outra oportunidade de crescer...

Não tive oportunidade de estudar.

Muitas vezes eu desejei, mas tinha que trabalhar... Trabalho na minha profissão desde criança.

Sempre fui um “flanelinha”.

 

Não é fácil.

Pedir!

Pedir!

Pedir!

 

A maioria das vezes eu não consigo nada!

Hoje, em dia, já tenho meus “clientes”. São considerados “clientes fiéis”.

Muitas vezes vêm de longe para que eu faça o serviço nos pára-brisas dos carros deles. Me alcançam a “moedinha”. E eu agradeço. Não esqueço nunca de dizer: “Muito obrigado”.

 

Digo sempre aos meus filhos: “Agradecer sempre tudo que vocês ganham”. Não esqueçam de dizer: “Muito obrigado”. Isto é educação. É tudo que os pais deixam aos filhos... É o máximo que os pais podem deixar aos filhos.

 

Chega de falar.

Já estou perdendo muito tempo.

Tenho que me dirigir ao trabalho, senão...

Bem, senão não vou ter o “leitinho” das crianças...

Os clientes me esperam...

“O pão de cada dia está me esperando”...Sem trabalho não há sobrevivência.

 

Agradeço a oportunidade de falar um pouco de mim e de minha “profissão”.

Sei que não é das melhores, mas no momento é ela que dá o meu sustento e de minha família.

Digo mais uma vez: não quero que meus filhos sigam minha profissão. Desejo que eles estudem e sejam “um” outro tipo de profissional, mas que não esqueçam “nunca” do seu passado...

 

Desejo agradecer a você a oportunidade desta entrevista.

Sei que muitos irão lê-la.

Sei que muitos, talvez, até já tiveram a oportunidade de me ver no trabalho.

Tenho, agora, até uniforme. Cuido bem dos automóveis.

Obrigado pela oportunidade.

Sou simples.

Sou um ser humano.

Sou um “simples” ser humano. Iguais a vocês.

Também são simples.

Também são seres humanos.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O CÍRCULO QUE EU VIVI




O CÍRCULO QUE EU VIVI

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


festa do colégio Israelita na antiga sede do Círculo Social Israelita

A cidade é Porto Alegre.

O bairro é o Bom Fim.

E o Círculo é o Social Israelita.

Mudança de sede.

Inicialmente eu ainda tive oportunidade de vivenciar, como criança, algumas das atividades do Círculo situado acima do “tradicional” Cinema Baltimore. (Pena que demoliram...) Sinal dos tempos...

Bailes, festas e o “Carnaval” – Tudo no Círculo.

O tempo passou.

O Círculo cresceu e inaugurou sua moderna “sede própria” ali na João Teles.

Bailes de debutantes, Carnaval, Réveillon, Atividades sociais com “shows”: Roberto Carlos, Gilberto Gil, Quarteto em y, MPB4. Eliana Pittman, Juca Chaves e tantos e tantos outros pertencentes sempre ao “primeiro time” de artistas se faziam presentes nas atividades circulistas. Assim como palestrantes, artistas de teatro, tudo no Círculo.

Esporte, participação da juventude em Gincanas automobilísticas com tarefas realizadas especialmente para as ocasiões e outras atividades sócio-culturais faziam parte de todos os finais de semana e ainda de atividades durante a semana. Até cinema nos domingos eram realizados, competindo com o Fantástico do Globo. E tinha público...

Tudo no Círculo.

O número de frequentadores – de todas as idades – era a constante nas atividades circulistas.

Até Bloco de Carnaval o Círculo possuía. Visitando as melhores e maiores entidades clubísticas da cidade.

Sei que o tempo era outro.

Sei que a juventude de então tinha outros pensamentos e outras ações.

Sei que os costumes eram outros.

Tudo era diferente.

Até a cidade! Tinha até bondes... Vejam só. A segurança era outra...

Nas atividades culturais o Círculo sempre se destacou.
Tinha a maior biblioteca de Clubes da cidade. Sempre estava apresentando exposições em sua Galeria de Artes – Galeria Contemporânea. Possuía uma revista muito bem cuidada. Apresentava costumeiramente conferências, palestras de diversos assuntos da atualidade de então.

 A sociedade porto alegrense, como um todo, sempre estava de olho nas atividades circulistas juntos aos órgãos de imprensa.

Participei em diversas diretorias.

Participei como conselheiro em diversas oportunidades.

Enfim, participei da vida circulista de ontem.

Hoje a entidade está funcionando fusionada com outra que é o Grêmio Esportivo Israelita. A denominação de hoje é Hebraica/RS.

O século é outro.

A cidade se modificou. Cresceu. Como tudo. Mais movimentada.

Os costumes são outros.

A entidade está ali Na João Teles. Na mesma sede.

Diferente da que eu vivi.

Mas com vida! Vida do século XXI.

Liderada por jovens. Bem jovens.

Com uma mentalidade adequada aos dias de hoje.

Necessitando sempre de ajuda e participação de todos. Associados ou não. De todos.

Também com eles eu participei. Também com eles eu vivi a entidade. Também com eles fui Conselheiro.

Sabemos nós que o diálogo entre gerações é difícil. Muito difícil.

Isto também acontece nas famílias. Nas melhores famílias. Em todas as famílias...

E uma entidade é uma família.

É a minha opinião.

Opinião de quem viveu – e feliz – junto a uma entidade sócio cultural. De ontem e de hoje...

Que experiência!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

FAMÍLIA "J"




FAMÍLIA “J”

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Cada um de nós tem um nome.

É a nossa marca.

E vejam bem: não escolhemos esse nome. Não escolhemos a nossa marca.

Com produtos é diferente.

Realizamos um longo estudo até escolhermos a “nossa” marca.

A marca que irá ao mercado nos representar e lutar pelo seu caminho. Esse estudo é muito bem realizado, pesquisado. Não podemos errar! Às vezes há equívocos e é profundamente lamentável... Mas...

Produtos que vem do exterior também realizam estudo aprofundado até chegar ao “produto final”.

Está entre nós a JAC Motors. Trazendo-nos, paulatinamente, a sua família. A família “J”.

Uma família que está vindo diretamente da China para nos proporcionar satisfações.

Satisfação e prazer de possuir um JAC. Um integrante da família “J” diretamente do país asiático.

Assim aconteceu inicialmente com o J3, depois o J6, J5 e agora o “pequeno grande” J2. É a família “J” dentro do Brasil. Dizem que teremos mais surpresas por aí. Outros “J” estão por vir. Vamos aguardar.

Quase todos os possuidores de um “J” estão muito satisfeitos com a aquisição. É um produto da China. Hoje quase tudo é proveniente da China. E com qualidade. Existem ainda preconceitos a respeito destes produtos. Devemos saber que em qualquer lugar há produtos com qualidade inferior e qualidade superior. Tudo vai depender da nossa escolha. Os chineses estão mostrando ao mundo toda sua inteligência e criatividade na produção de seus produtos e com tecnologia avançada, se igualando a outros países mais históricos.

Nós brasileiros só nos resta saudar a chegada da Família “J”. A marca “JAC”, que está nos trazendo “os J”. Que estão desbravando nossas ruas, avenidas e estradas brasileiras, juntamente com o sorriso de seus felizes proprietários.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

E AGORA?




E AGORA?
 
 
E agora?
 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador –


 

Já estamos em 2013.

Todos já sabem...

(Alguns já estão falando que “ele” já está velho...)

Já estamos iniciando tudo de novo.

Já estamos esperando o Carnaval. E é em fevereiro. Bem no meio...

(Tudo inicia após o Carnaval?)

Já estamos aguardando as novidades tão esperadas do início de uma nova jornada.

Já estamos sentindo as ruas mais vazias nas cidades que não existem praias.

(É o sinal de que as pessoas e seus “bólidos” carros estão se transferindo para o litoral...)

Já estamos ouvindo e vendo através dos meios de comunicação os “tradicionais” congestionamentos nas estradas.

 
 
 
 
 
 
 
2013

 
Soma dos algarismos formadores do ano é Seis.

 
 
 
Se pegarmos este somatório e dividirmos pelo primeiro número vamos obter o último; se pegarmos o somatório (6) e dividirmos pelo último algarismo (3) vamos ter como resultado o primeiro (2).

É a dança dos números... Dança dos números formadores do ano de 2013.

Tudo em 2013.

Gente!

Vamos parar por aqui.

Tudo já está sendo iniciado.

O tempo está passando.

Logo, logo já estaremos em 2014.

2014?

Sim. O ano da Copa. A tão esperada Copa do Mundo de Futebol que será realizada aqui. No nosso Brasil.

 
 
 
Mas antes vamos ter o “restante” do 2013.

Bom trabalho.

Bom Carnaval.

Bom congestionamento... (isso já é rotina).