quarta-feira, 27 de novembro de 2013

RESPEITAR PARA SER RESPEITADO



RESPEITAR PARA SER RESPEITADO

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, escritor – david.ez@terra.com.br
respeitar para ser respeitado





Aprecio muito os “ditos” ditados populares.
E este é um deles: “respeitar para ser respeitado”.
Vou me referir ao trânsito.
Está existindo no Brasil uma perda ponderável de pessoas em função de acidentes no trânsito.
Nem sempre o condutor do veículo é o responsável direto. Muitas vezes, nós os pedestres, incorremos em falhas grosseiras, principalmente atravessando em lugares impróprios, tanto nas vias urbanas como nas estradas.
Isto não significa que o condutor de um veículo não deva prestar atenção, sempre, com os pedestres. Em diversas oportunidades devemos dar prioridade aos pedestres.

Mas e daí?

Na é esse o assunto que eu desejava desenvolver. É, sim, o “grande” assunto do respeito mútuo junto ao trânsito. Motociclistas, e eu não disse motoqueiros – pois sei muito bem que é um pejorativo -, motoristas de veículos de passeio, coletivos e caminhões. Todos devem se respeitar junto ao nosso “caótico” trânsito. Se isso não acontecer, o caos continuará existindo e piorando... Sim, piorando! Vamos continuar a perder seres humanos. Não podemos esquecer dos ciclistas. Hoje já fazem parte do nosso “caótico” trânsito. Cada dia está aumentando mais o número de ciclistas. Em parte é bom. Em outra parte necessitamos – todos- inclusive os ciclistas nos cuidar e nos respeitar.

E daí?

Bem, deixei por último um “grande” vilão. O “motorista turista” de “otras plagas”. Sim. É um grande vilão. Normalmente, não respeitando a legislação de trânsito vigente em nosso país. Se o trânsito normal já está perigoso, com “eles” nas estradas se torna por demais perigoso.
  Não sou e nunca serei contra os turistas. Serão sempre benvindos, mas que tenham cuidado junto às vias...
Numa estrada ou numa via urbana todos “os astros e estrelas” deste cenário devem se respeitar, para serem respeitados.
Vamos nos ajudar, senão a tragédia só tenderá a piorar. O número de veículos está cada vez maior e esse detalhe, senão tomarmos as devidas providências de ajuda mútua, a tragédia poderá ser uma constante.
A cada final de semana, ou mesmo em dias normais, principalmente nesta época do ano que está chegando, as manchetes dos meios de comunicação estão repletas de notícias trágicas vindas do trânsito.
Somos todos humanos.
Necessitamos nos respeitar para sermos respeitados e valorizados.
Essa é a regra geral.
Em tudo.

Até no trânsito...

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

"COMO VIRÁ?"




“COMO VIRÁ?”
David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br





De helicóptero?
De navio?
De avião?
De carro?
De ônibus?
De trem?
De metrô?
De moto?
De bicicleta?
De bonde?
De “skate”?
Não sei!
De trenó?
Também não  sei...
Só sei que “ele” está chegando.
Está perto.
Em alguns lugares “ele” já está lá!
Até distribuindo balas.
Chocolate e outras guloseimas.
“Ele” está bem pertinho.
Faltam poucos dias para que “ele” chegue em nossa casa. De verdade! Para alegria de toda “criançada”.
O que vai trazer?
Não sei.
Só sei que “todos” esperam com muita ansiedade...
O mais importante é a sua chegada.
De barba branca e comprida, representando a experiência.
Experiência esta que muitas vezes nós não damos a devida importância.
A sua barba branca! Bem branca...
Sinônimo – muitas vezes – de “alguns” anos de utilização de suas idas e vindas para alegria de muitos...
Barba branca e botas pretas...
“Ele” está chegando.
Vindo como?
Não sei.
Sua visita é muito aguardada...
Só sei que “muitos” já estão contando nos dedos: “Faltam “tantos” dias para “esse” dia. O dia da chegada! O dia tão esperado para recebermos o “presentinho”.
O “presentinho” tão esperado.
Muitas vezes só estamos desejosos do seguinte “presentinho”: “Saúde e Felicidade”.
Não é mesmo?
Não importa como venha. Desde que nos traga “saúde, alegria e satisfações”.
Que presentão!
Não importa como “ele” venha...
O importante é que “ele” virá ...


terça-feira, 19 de novembro de 2013

O MAR!





O MAR!

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



O mar!
Seu barulho.
o mar!
Suas ondas.
Suas ondas e seu barulho.
É uma confusão...
Olhar o mar!
Tranqüilidade!
Verde!
Azul!
Marrom!
Seus peixes.
Diversos tamanhos.
Todos ali.
Com receio do ser humano.
E o humano com receio dos peixes...
Os dois criados no mesmo dia, pelo mesmo criador.
O “grande” criador.
Criador também dos mares.
O mar!
Não importa a hora.
Não importa o turno.
Está ali.
A nos apreciar.
E nós também querendo apreciá-lo.
O mar!
Sua imensidão.
Muitas vezes batendo nos rochedos.
Perdemos de vista.
Lá está o mar!
Onde termina!
Onde começa!
Ao fundo um barco.
Pertinho do horizonte.
Barco com pescadores?
Barco com gente e carga?
Barco com turistas?
Todos a nos olhar.
E nós a perguntar: Quem está lá?
Todos no mar.
O mar!
Sua imensidão.
Seu crepúsculo.
Seu horizonte.
Tudo no mar!
O mar do poeta.
O mar das músicas.
O mar do surfista.
O mar do nadador.
É o mar!

Sempre o mar!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

NUNCA MAIS!!!!!!!!!!



NUNCA MAIS!!!!!!!!!!
David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br











Entrei na estrada.
Que movimento!
Quantidade enorme de veículos! Imensa...
Todos parados.
Abrem as portas.
Motoristas saem do carro.
Passageiros também.
Entram novamente.
Andam “um pouquinho”...
Param novamente.
E assim percorrem 5 km.
Durante 3 horas.
Muito quente. A temperatura externa e a do carro.
O tempo fecha.
Começa a chover.
E forte! Muito forte!
Inicia a caminhada novamente!
Anoitece.
E o congestionamento continua...
Em todas as 4 pistas de rolamento.
Crianças chorando.
Adultos também... De raiva!
E lá ao longe lâmpadas vermelhas em fila.
De todos os carros.
De repente um alívio!
Inicia a caminhada. Desta vez com mais rapidez. Ufa! Todos exclamam!
40 km/h.
Ufa! Mais uma vez. Desta vez de alívio mesmo...
Depois de 7 horas chega-se ao fim. Ao fim da estrada. Ao fim do martírio.
Final do martírio!
Final do combustível.
Paro novamente!
Finalizou o combustível. Que horror!
Sou guinchado.
Até minha casa.
Agradeço.
E digo : “Nunca mais!”
Nunca mais pego a estrada.
Em feriadão!
Em feriado!
Nunca mais!
Nunca mais!
Estou em casa.
Ouvindo que os “outros estão chegando’
Devem também estar pensando como eu: “Estrada em feriadão: Nunca mais...”
Isto foi a volta. A ida nem quero me recordar.
Foi outro tumulto.

Outras horas na estrada...