quinta-feira, 31 de maio de 2012

ESPETÁCULO DA VENDA


ESPETÁCULO DA VENDA

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


SEMPRE A MOTIVAÇÃO!


Senhoras e Senhores

Respeitado público.

Com vocês:

“A venda”



Venda?

Sim!

É um espetáculo!

Cada venda que acontece em um estabelecimento comercial é uma festa e é também um sorriso nos lábios de muita gente.

De muita gente?

Sim! De muita gente...

O cliente.

O vendedor.

O empacotador.

O caixa.

O comprador da matéria-prima.

O que escolheu o nome do produto.

O que trouxe o produto até o ponto de venda.

O dono do negócio.

O dono do prédio.

O motorista do negócio.

O administrador do imóvel.

E assim por diante.

Todos a aplaudir “a venda”.

Vamos pensar.

Cada venda é um espetáculo.

Devemos respeitar o cliente, pois este é o que nos dá o prazer deste verdadeiro espetáculo.

Um espetáculo onde muitos se divertem e outros choram.

Choram?

Sim! Choram...

Quem?

Os concorrentes.

São os que não souberam cativar o “rei do espetáculo” – o cliente.

Hoje em dia, cada vez mais o “cliente” comanda o espetáculo. Claro que os outros intérpretes também têm sua participação neste espetáculo – “o espetáculo da venda” – que para ele – cliente – é o espetáculo da compra.

Porque a choradeira?

Onde está o diferencial?

No preço?

Na embalagem?

Na localização do negócio?

Na qualidade do produto e/ou serviço?

Na decoração do negócio?

Tudo isso influi... Mas o que influencia mesmo é o “Atendimento” – a mola propulsora de um bom “espetáculo da venda” no século XXI.

O exemplo maior é a aquisição de um simples “cachorro quente”.

Muitos têm esse produto, não é verdade?

Quase todos com o mesmo preço, não é verdade?

Quase todos com a qualidade que desejamos, onde qualidade já é uma obviedade, não é verdade?

Mas nem todos tem “aquele” atendimento que procuramos e desejamos. Não é a pura verdade?

O “espetáculo da venda” inicia com as palmas do atendimento.

- a motivação ininterrupta do querer vencer do atendente –

Atendimento 10 – a fórmula do sucesso



Senhoras e Senhores

Respeitado público

Com vocês

“A venda” – O espetáculo!


LONGEVIDADE



LONGEVIDADE

Vida e saúde!


David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




No dialeto “idisch” é costume se dizer às pessoas: “Viva ATÉ OS 120 ANOS”. Mas isso antigamente, onde as pessoas, normalmente, iam até os 75 anos ou no máximo 80 anos de vida.

Hoje a longevidade aumentou.

Muitas, graças a Deus, são as pessoas que ultrapassam, com facilidade, os 85, 90 ou mais anos de sua existência.

Está se observando isso com uma maior freqüência.

Pergunto eu: “Estamos acostumados a viver com essa idade?”

Dizem os médicos que estão ocorrendo muitos estudos em função dessa indagação.

Dizem os administradores da “coisa pública” que este fato deverá, ou já está tendo, estudos aprofundados em função da Previdência.

Dizem muitos outros que este fato se deve em razão dos remédios, das pesquisas farmacológicas, das pesquisas médicas.

Enfim, são estudos de uma realidade.

E novamente me pergunto: “Nós, seres humanos, estamos acostumados a viver tanto?”

Não desejo que vocês me chamem de maníaco, mas é uma realidade.

Muitos, com a idade já avançada devem estar dizendo que “foram esquecidos”, “já deviam ter me buscado” e assim por diante.

É uma nova realidade que estamos vivenciando e enfrentando.

Eu acredito que o ditado do dialeto “idisch” já deve ter sido modificado, agora é “viver até os 240 anos...”, quase dois séculos e meio!

É loucura?

Bem, tudo é bom quando a qualidade de vida permaneça boa.

Não podemos é sofrer...

É o valor das pesquisas!

Que acham?


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Algo INOVADOR



Algo INOVADOR

 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




Inovação aqui.

Inovação ali...

Tudo é inovação...



E o termo mais utilizado nos congressos. Nas revistas. Em todos o lugar...

Não é mesmo?

Todos querem inovar!

Todos desejam inovar... Todos!

Como?

Em época de crise? Como estamos vivenciando neste momento?

Sim!

Em todas as épocas é necessário inovar.

Inovar o site.

Inovar o parque gráfico.

Inovar a diagramação.

Inovar... Inovar... Inovar...

Inovar o mais rápido possível. E o nosso desejo...

Inovar as aulas.

Inovar em tudo.

Calmem!

Inovar, mas com os pés no chão e não somente inovar e dizer que está inovando...

Não é verdade?

É necessária uma renovação...

Em tudo e sempre.

Hoje em dia eu, você e todos os clientes estão ansiosos e desejosos por inovação. E estão nos indicando os caminhos para estas inovações. Nós precisamos seguir as trilhas... Precisamos decifrar estes enigmas mostrados pelos nossos clientes. Estamos em época de competitividade.

Na arquitetura – o maior exemplo é Dubai.

Nas comunicações. Cada dia há dados novos. Novos produtos. Novas concepções. E precisamos chegar lá. Nossos clientes estão desejosos. Nossos concorrentes estão ali – com os olhos e ouvidos bem abertos. Se não realizarmos o desejo dos clientes – “bailamos”. As inovações estão ali... Bem pertinho de nós.

Enfim, em todos os setores há as respectivas inovações, e nós necessitamos adaptá-las à nossa realidade.

Surge a indagação: Porque?

Porque?

O ser humano está dando um basta às mesmices. O jovem está ansioso, e sempre foi assim, mas agora mais do que nunca está desejoso dos desafios. Das novidades. Das inovações que são mostradas através dos meios de comunicação ou das conversas entre amigos.

Das “coisas” novas.

E o mundo está mostrando a cada minuto, segundo, fração de tempo algo novo. É a criatividade em tudo. Na cultura. No lazer. Nas comunicações. No esporte. Nos negócios. Em tudo...

Onde vamos parar?

Não há previsão. Precisamos acompanhar o tempo. O nosso tempo...

O tempo da inovação. Tudo é inovação...

Estamos ansiosos para ver este filme. Onde? No cinema? Em casa? No celular?

Onde?

Tudo é inovação.

Todos a procura de algo inovador.

São as tarefas desta gincana que parece não ter fim...

quinta-feira, 24 de maio de 2012

CRÔNICA 100



CRÔNICA 100

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Parece que foi ontem.

Parece que foi ontem que resolvi ter um “blog”.

Parece que foi ontem o dia onde iniciei a postar minhas crônicas no blog criado por mim.

Foi uma alegria geral.

Até então escrevia, como continuo escrevendo até hoje para portais amigos, que me abriram espaço em pauta livre para que eu pudesse me comunicar com leitores. Esta prática continuo até hoje e continuando a agradecer sempre a esses verdadeiros amigos da cultura, pois confiaram e continuam confiando no meu trabalho.

Trabalho de escrever.

Trabalho de criar crônicas.

Trabalho de escrever para vocês.

A vocês todos meus muito obrigado.

Um obrigado do fundo da alma.

Todo escritor gosta de escrever.

Todo escritor gosta de ter seus trabalhos publicados.

Todo escritor gosta de escrever e de ser lido pelos leitores.

E este prazer eu tenho.

Tudo que fiz até hoje recebeu OK para ser publicado. Isso me lisonjeia muito.

Obrigado a todos vocês.

Esta é a crônica 100 que estou portando no meu blog. No blog que vocês estão acessando em várias partes deste mundo globalizado.

Espero poder continuar a receber a confiança de vocês.

100.

Número interessante.

Ainda espero realizar um livro com as minhas melhores 100 crônicas.

Espero contar com a aprovação de vocês, inclusive na escolha dos trabalhos.

100.

Até a crônica 200 deste blog.

Tchau!!!!!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

SINAL DOS TEMPOS



SINAL DOS TEMPOS...

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com


- Boa noite, meu Senhor...


- Boa noite, meu Senhor.

- Boa noite.

- Espero não importuná-lo neste cruzamento tão perigoso da nossa cidade.

- Sim, o que você deseja? Não tenho moeda.

- Senhor, eu estou aqui por uma boa causa.

- Sim, diga rapidamente.

- Estou aqui porque desejava uma moeda sua, e já sei que o senhor não tem. Mas esta moeda seria para que eu possa realizar o meu desejo da hora.

- Si, moço. Eu não tenho moeda. Vai abrir o sinal. Por favor, não me perturbe mais estou com minha família e estou apressado.

- Senhor, estou lhe pedindo uma moeda, encarecidamente, para que eu possa juntar com as outras que já me foram ofertadas e possa com isso “beber com moderação” a minha “pinga” da hora. Já estou com meu horário esgotado...

- Moço, não tenho moeda. Principalmente se é para beber...

- Senhor, eu lhe peço por favor. Se não tem a moeda pode ser até em cheque... Vou ali ao bar da esquina e o “dono” me troca. O que eu não posso é parar de beber pois já estou atrasado como lhe disse anteriormente. Pode ser até em cheque! Isto não é problema...

- Moço, abriu o sinal...

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Diálogo de um sábado à noite junto a um cruzamento de rua na cidade de Porto Alegre.

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Creio até que deverá estar acontecendo algo semelhante em várias outras cidades do Brasil.

Dentro de pouco, ou poderá já estar acontecendo agora, onde os “pedintes” estarão de posse de maquinetas de cartão de crédito ou débito junto aos “nossos” cruzamentos.

É o dinheiro de papel ou de plástico que já está fazendo parte da rotina de nossos cruzamentos congestionados...

É a grande verdade...

É o poder de consumo junto aos cruzamentos...

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- Senhor, muito boa noite. Poderia, por favor, me dar uma moeda?

- Não tenho...

- Pode ser em cheque ou cartão. Débito ou crédito. Com ou sem “chip”. Não importa a “bandeira” do seu cartão...

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Sinal dos tempos.

É a tecnologia junto aos congestionados cruzamentos...

O tempo é tão grande de espera, que dá até para realizar alguns “negócios”...


segunda-feira, 21 de maio de 2012

MEU LADO ENGENHEIRO



MEU LADO ENGENHEIRO



David Iasnogrodski

Escritor, Engenheiro. Administrador







Engenheiro é um ser diferente?

Não. Claro que não... Mas é objetivo. Racional. Sem muitos adjetivos...

Sou assim. É o meu lado engenheiro junto às letras.



Nada contra nenhum profissional e nenhuma profissão. Longe disso! Também não me considero melhor ou pior do que ninguém.

No entanto uma obra é como a geração, criação e manutenção de um filho. É pensada desde a escolha do terreno. A escolha do projeto – arquitetônico, hidráulico, estrutural. Topografia do terreno. Escavações. Escolha da fundação correta para aquele tipo de terreno. Até que nossa obra sai do chão através das montagens dos pilares, vigamentos e lajes. A colocação das ferragens adequadas segundo o cálculo estrutural. Concretagem. Colocação da tubulação de água, esgoto e elétrica. Por fim o telhado e a “churrascada da cumieira”...

E depois de tudo isso?

Bem, aí vem o que todos visualizam: revestimentos – internos e externos, sem antes passar pelos ajardinamentos e acessórios importantes para o marketing imobiliário.

Obra pronta para entrarmos e realizarmos nosso tão ambicionado sonho: “ o sonho da nossa morada nova”.



Nesse ponto o sonho do engenheiro está realizado. O de ver sorrisos entre as pessoas que vão usufruir daquele “seu” filho pródigo. Filho de tantas horas em cima de pranchetas e também no “barro” do terreno antes de estar ali aquele “arranha-céu” provocando risos e choros de alegria.



E os outros tipos de engenheiro: de Pontes, de Estradas, de Minas... Enfim uma série de engenheiros. Todos querendo, de uma maneira ou outra, demonstrar à sociedade a utilização da engenharia como um bem de progresso constante.



O engenheiro, assim como outros profissionais, está sempre em permanente estudo com o progresso.

Me recordo muito bem que quando ingressei na Faculdade de Engenharia da UFRGS pouco, ou quase nada, se falava em calculadoras eletrônicas – as mesmas que hoje se adquire em qualquer lugar por um preço irrisório. E hoje – o computador está dominando tudo com rapidez, eficiência e perfeição. É a evolução em tudo e para todos. Isso está sempre na Engenharia moderna!



Vejam bem: o engenheiro é o profissional da lógica, mas não deixa de ser um humano – “ser humano” – igual a todos. Também em constante preocupação com os problemas contingenciais e estruturais da sociedade em que vive. Cadaa vez mais estamos preocupados com a sustentabilidade. Sempre estivemos. Hoje cada vez mais.

O engenheiro é o preocupado constantemente com a manutenção dos prédios, pois não basta só construir, necessitamos – e sempre – procurar a manutenção destes prédios. Eu, desde que ingressei em engenharia de manutenção, logo após a minha formatura, sou um preocupado com manutenção. Sempre procuro ajudar outros nesta visão, a visão da manutenção. Hoje, mais do que nunca estamos construindo num volume enorme. Necessitamos nos preocupar com o amanhã, e este amanhã passa pela engenharia de manutenção. “ Todo o ser humano necessita se preocupar com sua prevenção” – um prédio necessita da preocupação com a manutenção



É o meu lado engenheiro. Igual a de meus colegas.



Muitas vezes em palestras, procuro dizer que escritor e engenheiro, ou mesmo o administrador que também sou, tem tudo a ver. Todos os profissionais do século XXI tem a ver com as letras. Todos nós devemos cada vez mais ler e nos comunicar. Não devemos nunca ficar avesso ao nosso redor. Ao progresso, e junto a ele está a comunicação: falada e escrita. Logo todos nós somos “um pouquinho” no nosso íntimo – escritor -.

Espero que com essa crônica possa ter estimulado, ainda mais, a todos meus colegas a tirarem “ de dentro do baú” seus escritos...

Vamos lá! Mecham-se...


ESPERANÇA



ESPERANÇA



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




“É a última que morre” – a Esperança.

Dito popular.

Dito por muitos.

Esperada por tantos.

E o que fazer?

Esperar pela “esperança”...



Só isso?

Acredito que não...



É muito mais amplo. A esperança é até título de hino nacional. Hino do Estado de Israel, cujo título é “Haticvá”, significando em hebraico Esperança.

Temos hoje, no mundo todo, a esperança de que em algum dia destes consigamos a paz mundial. Entre todos os povos. Entre todas as pessoas... É a esperança!

Afinal de contas para vivermos com segurança e obtermos o tão almejado sucesso a paz e necessária. É a esperança de todos nós...



Esperança!

Esperança!



Em Porto Alegre, e acredito que em outras cidades brasileiras, até nome de rua esperança já foi... Sim, já foi... A atual rua Miguel Tostes, no bairro Caminho do Meio, outrora tinha o nome de Esperança... Porque a mudança? Será que ali se conseguiu tudo? Não há mais esperança de nada? Pergunta que, talvez, não tenha resposta...



Esperança!

Esperança!



Esperança do sucesso. Nos negócios. No amor.

Esperança de conseguir a felicidade global, ou quase  global... Sempre esperança!!

Esperança de vencer!

Esperança de suplantar todos os obstáculos. Na importando o local...



Esperança!

Esperança!



Esperança de conseguirmos a cura das piores doenças, com isso conseguido a mortalidade dos seres humanos irá diminuir.

Esperança de que nosso “time” vença todos os adversários e com isso seremos campeões.

É a esperança. Sempre esperança!

Esperança da diminuição da corrupção. Será isso possível? Que pergunta... Mas é a esperança de todos nós. Sempre a esperança...

Termo simples, mas com um grande valor. Esperança – “É a última que morre...”