quarta-feira, 29 de agosto de 2012

VOLUNTÁRIO FIFA




VOLUNTÁRIO FIFA
David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
Fui um voluntário.
Voluntário na Universíade 63.Evento de muita grandiosidade realizado no ano de 1963 em Porto Alegre.
Foram os jogos mundiais universitários.
Experiência incrível.
Hoje estou observando novamente a procura enorme dos voluntários.
Desta vez para a Copa de 2014.
Acredito que você que se alistou irá aproveitar muito desta oportunidade.
São experiências que ficam para o restante da vida.
Na minha experiência junto a Universíade 63 recordo até hoje.
Dos jogos.
Das noitadas de folclore junto ao local de concentração.
Dos almoços e jantares com atletas.
Do trabalho na organização.
Enfim foi algo inesquecível.
Hoje, então, com toda a tecnologia e sendo uma copa mundial de futebol não dá para perder a oportunidade.
Integração.
Sociabilização.
Conhecimento de novas pessoas.
Excelente oportunidade que a FIFA está proporcionando.
Não dá para perder.
Corra.
Inscreva-se.
Aguarde o resultado.
Sendo escolhido você será um voluntário FIFA.
Não esquecerá nunca.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

APENAS UMA SUGESTÃO



APENAS UMA SUGESTÃO



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Blog: www.davidiasnogrodski.blogspot.com



Cada vez mais o teatro está presente entre nós.

As cidades estão se dando conta que o teatro atrai público e é uma das formas mais brilhantes de cultura. Cultura de um povo. Cultura de uma população...



Eu admiro o teatro, seus protagonistas, apesar da dificuldade que eles encontram, na maioria das vezes, de conseguir os devidos patrocínios para as suas realizações.

Hoje ainda temos alguns empreendedores criativos que fazem um bem danado à população com suas apresentações. Sei que fazem, às vezes, o impossível para que suas apresentações sejam mostradas ao grande público. Não esmorecem! O maior exemplo é o Porto Verão Alegre, realizado na cidade de Porto Alegre. Hoje já é uma realidade consagrada dentro das programações de verão na capital dos gaúchos.. Outra programação teatral já consagrada na cidade de Porto Alegre é o Festival de Inverno. Hoje em dia, a capital dos gaúchos é dotada de uma série de casas de espetáculos, onde, inclusive, o turista admira pela qualidade do recinto, mas também pela qualidade dos espetáculos ali realizados. Na maioria por atores e atrizes do sul do país.



Nem sempre foi assim.



Me recordo muito bem das poucas casas de espetáculos que esta cidade possuía: Clube de Cultura, Teatro São Pedro, Teatro de Arena, Teatro de Equipe. Alguns cinemas de bairro eram Cine Teatro.



Sobre o teatro de Equipe vou falar um pouco.



Era eu aluno do então Ginásio Israelita Brasileiro ( hoje Colégio Israelita Brasileiro).

Tínhamos como professor de Português o já falecido Prof. Guilherme Finkelstein ( que inclusive era sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre). Professor de latim: Francisco Araújo. Tínhamos aula de teatro com os professores Fernando Peixoto e Enéas de Souza. Estes mestres proporcionaram a nós adolescentes muitas idas ao teatro. e depois debates a respeito das peças ali vistas. Duas delas eu me recordo muito bem: a primeira no Teatro de Equipe para apreciarmos “Almanjarra”. Um teatro pequeno mas muito agradável.Localizado na rua Annes Dias. Existiu em um tempo de profundas transformações sociais, políticas e de um comportamento, além de servir de ponto de partida para nomes como Ítala Nandi, Nilda Maria e Ivete Brandalise. Este teatro marcou a vida cultural da capital de todos os gaúchos entre 1958 e 1962. Alguns dos fundadores deste teatro podemos citar: Mário de Almeida, Milton Mattos, Paulo José e Paulo César Pereio.



Tivemos a felicidade de assistir e conversar com os atores da peça Almanjarra.



Outro momento importante deste tempo foi nós termos assistido no “velho” Teatro São Pedro a peça “Chapetuba Futebol Clube”, de Oduvaldo Vianna Filho. Autor que viveu apenas 38 anos. Tempo suficiente para ser reconhecido como um dos maiores nomes da história da dramaturgia brasileira.



Autor, ator, pensador de teatro. Vianinha, como era mais conhecido, procurou criar um teatro que refletisse os problemas das classes populares brasileiras, procurando formas de expressão que estimulassem atitudes críticas diante desses problemas.

“Chapetuba Futebol Clube” tinha a direção, na ocasião que a vimos em Porto Alegre, de Augusto Boal. Alguns dos intérpretes que me recordo: o próprio autor Oduvaldo Vianna Filho, Riva Nimitz, Milton Gonçalves, Chico de Assis e outros. Muitos outros...



“Chapetuba Futebol Clube” examinava por dentro o mecanismo do esporte, engatando-a na realidade social. O texto mostrava os bastidores do futebol, destacando tipos populares de enorme empatia e comunicabilidade. Não esqueçam, foi na década de 60...

Isso mesmo, na década de 60...



É o teatro, que desde então me acompanha.



Textos que poderiam ser remontados, para que o público de hoje pudesse apreciar.

Textos que não saem de moda...



É o teatro.



Teatro brasileiro.

Atores e autores brasileiros...

Poderiam voltar à cena...

É uma sugestão.



Apenas uma sugestão...

Assim como tem outros textos tão maravilhosos como os citados.



A pena é que não possuímos mais o Teatro de Equipe, realizado por uma equipe tão maravilhosa... numa época tão romântica.

O tempo passa, o tempo voa...

Mas o teatro continua sempre uma ótima oportunidade de assistirmos cultura.



Indago sempre aos meus alunos: “ Quantos de vocês assistiram alguma peça de teatro?”

Nem sempre a resposta é a que eu desejava ouvir...



Vamos assistir teatro.

Hoje já temos mais casas de espetáculos teatrais que em outros tempos.

Temos que assistir teatro.



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

VERÃO EM PLENO INVERNO




VERÃO EM PLENO INVERNO

Ipês
David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 Azaleias aparecendo.

Ipês mostrando toda sua cor.

E outras flores também já estão dando o ar das suas cores...

E a temperatura?

Alta.

Muito alta.

E o mês?

Agosto. Agosto de 2012.

E o inverno?

Que inverno?

Será que já nos deixou ou esqueceu que estamos em plena época de inverno? Esqueceu de aparecer?

São todos a realizar estas indagações.

E a chuva?

E o frio?

Está sendo um ano atípico.

Tivemos alguns dias de frio intenso.

Poucos.

No inverno. Normalmente mais rigoroso.

Mas o inverno é a época de frio e chuva. Agosto não é considerado o mês das chuvas?

Nunca, ou quase nunca, presenciamos um agosto com uma temperatura tão alta.

Como será o verão?

Muito calor? Muita chuva?

Outras indagações em todas as “rodas” de conversa.

Todos se indagando a respeito desta “troca” de tempo.

O que vamos fazer?

Muitos gostando.

Outros reclamando.

E outros ficando adoentados em função deste “repentino verão em pleno inverno”.

É isso aí...

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PROFESSOR "BONZINHO"




PROFESSOR “BONZINHO”

David Iasnogrodski – escritor,engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Há alguns anos atrás existia um personagem de televisão em programa de humor que era o professor bonzinho.

Não é dele que vou me referir.

Vamos pensar juntos pois todos nós já estivemos ou ainda freqüentamos os bancos escolares (imagine: bancos escolares em universidades...)

Todos nós já tivemos a idéia de solicitar ao professor que nos “facilite” a marcação da presença em função de “n” motivos. Esses motivos são sempre “importantes”. Importantes para não estarmos presentes na sala de aula, mas também importante para obtermos a marcação da freqüência.

Não é a pura verdade?

Ou “alguém” nunca teve um desses “motivos” importantes?

Bem, vamos falar do outro lado do “balcão”.

Em todas as conversas há dois lados. Assim como a moeda: todas possuem os dois lados...

O papel do professor.

O Papel do professor “bonzinho”.

O papel do professor “ruinzinho”.

O “bonzinho” aceita as preocupações do aluno e fornece a freqüência positiva, mesmo que este aluno não esteja presente.

O “ruinzinho” diz e explica ao aluno que se ele estiver presente terá a devida freqüência positiva. Em caso contrário terá um “F” no “caderno de chamada”.

Quem está certo?

Qual a opinião de vocês?

Vou fornecer a minha.

Toda vez que um professor marcar presença ou falta ao aluno, esta simples marcação ficará nos “autos” da vida deste aluno junto à instituição de ensino. Se houver uma marcação errônea por parte do professor este poderá ser chamado à atenção pela direção.

Numa hipótese de que foi marcada presença e o aluno não estava freqüentando naquele momento e acontecer algo imprevisto ou incidente com este aluno e ele alegar que estava na instituição  de ensino como ficarão as partes envolvidas?

São momentos que poderão acontecer.

Talvez até já tenha ocorrido algo semelhante...

E aí?

Como ficarão as “partes”?

O incomodado neste caso será o professor – professor “bonzinho” – e toda a instiuição de ensino. Não é verdade?

A verdade em todos os momentos deverá se fazer presente.

Professor “bonzinho” ou professor “ruinzinho”.

O importante é a verdade em todos os momentos. Em todos os fatos.

“A mentira sempre terá pernas curtas...”

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

SOMOS GENTE! NÃO SOMOS IGUAIS


SOMOS GENTE!
somos gente1
não somos  iguais



NÃO SOMOS IGUAIS ...



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Blog; www.davidiasnogrodski.blogspot.com



Onde está a diferença?

Fazer rápido e mal feito,

Ou

Fazer lento e com qualidade?

São indagações que nos levam a pensar.

Rápido?

Lento?

Com qualidade?

Sem qualidade?

Bem, o ideal (existe ideal?) seria rápido com qualidade.

Nem sempre isso pode ser concretizado.

O ideal (existe o ideal?) é existir um planejamento onde possamos unir o útil com o agradável.

Nem sempre o rápido para mim é igual ao rápido para outros.

E com esse pensamento poderemos definir qualidade?

Bem, qualidade é o que desejamos sempre. Em todas as ocasiões. É o meu pensamento. Mas também o termo qualidade poderá restringir algumas coisas. Como por exemplo: Qualidade tem preço maior? E eu digo; qualidade não é custo. Qualidade é investimento. Claro está que nem tudo que é ótimo pra mim poderá ser ótimo para os outros.

Enfim: Nós somos gente!

Somos e devemos ser exigentes em todas as nossas atitudes, portanto sou da seguinte opinião: vamos nos dar as mãos e exigir sempre o máximo. O melhor! Também aqui vem a dúvida: Melhor para mim, será que é igual à de todos?

Somos gente!

Não somos iguais.

Logo, vamos perseguir o que desejamos que seja o melhor com a melhor qualidade para cada um de nós.

Acredito assim que ninguém se arrependerá!

Não podemos esquecer nunca:

Somos gente!

Não somos iguais.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PRODUTOS DE CONSUMO



PRODUTOS DE CONSUMO



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




Quem são os leitores na Internet?

Uma boa pauta para os Institutos de Pesquisas.

Acredito até que já devem ter realizado estes trabalhos. Acredito até que já haja a divulgação desse questionamento. Eu não sei... Posso estar até mal informado. Em caso positivo vou rever minhas informações.



O porque desse início?



Em face de que resolvi escrever a respeito da recordação de marcas de carros “de antanho”... Não é o “fusca”. Nem os Chevette. Muito menos as atuais Pajero, Tucson, Jetta, etc...



Lembram das marcas e modelos que fizeram muito sucesso antigamente? Recordam?

Bem, sei que vocês vão me indagar: o que é antigo? E eu respondo na mesma moeda: o que é “beber com moderação”?



Cada um de nós tem o “seu” antigo e a “sua” moderação... Não é verdade?



Lembro, para mim, das marcas Dodge, Chrysler, Pontiac, Ford, Mercury. Recordam? Eram “carrões”. Carrões mesmo. Eram muito grandes... Muitos, inclusive, de quatro portas, onde elas abriam diferentemente dos modelos atuais. Trabalhavam, também, como “carros de praça” – antigo nome dos táxis.



Outros modelos: Cadillac – o eterno sonho de consumo de todos. Era a vontade de todos em obter na poupança a possibilidade de adquirir um Cadillac – igual aos apresentados nos filmes de hollywood...



Outros não tão dispendiosos, mas muito populares: Anglia, Prefect, Austin A-40, Vanguard, Simca Chambord, DKW. Eram carros de muita utilidade e de muito consumo. Não tanto como hoje. Eram muito onerosos para o bolso do consumidor...



Hoje a marca e a fábrica Jaguar estão à venda. Foi e é um carro de grande prestígio. Poucos gaúchos a tinham em sua garage. Era um carro muito oneroso, assim como os veículos com a estrela de três pontas: Mercedes Benz. Até hoje é um dos preferidos do grande público. Aqueles que olham, admiram e ficam a pensar: “Amanhã ainda terei um carro desses...”



E por último o sonho da juventude “daquela “ época: Karman Ghia. Lembram? Muitos deles, ainda hoje, circulam pelas nossas ruas – muitas vezes repletas de buracos -. Este era o sonho de todo o jovem – Karman Ghia- um “carrinho” esporte. Muito bonito. Muito elegante.



Quase todos estes carros citados possuem seus clubes.

Os proprietários se reunem para discutir as “novidades” e mostrar as suas “novidades” junto aos seus “bólidos”.

O tempo passa e estes veículos também ficam na nossa memória.

Foram e continuam sendo produtos de consumo.

Será que os leitores da Internet se preocupam com a história? Com os produtos da história?

Outra pauta interessante.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

DESAFIO



DESAFIO

 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




Muitas vezes as pessoas se sentem “travadas”. Não conseguem exprimir o que sentem.

Não conseguem falar.

Não conseguem escrever.

Com os escritores também acontecem?

Acredito que sim.

Muitas vezes desejam interagir com seus leitores e não conseguem a “inspiração”. Na realidade é o travamento das ideias.

Porque?

Porque isso?

Que indagação, não é verdade?

São momentos difíceis.

Nesse preciso momento está sendo muito difícil para mim colocar a vocês estas palavras.

Porque?

É o “travamento”.

É o “freio
“.Será que são momentos inesperados?

Acredito que todos vocês já passaram por esses minutos, segundo, horas ou dias. Por esse tempo...

Pergunto-me: E os jornalistas que necessitam nos “mostrar” as notícias em todos os instantes. Mostrar suas opiniões para que possamos formar nossas opiniões. Como reagem nos momentos de freiamento?

Devem também viver estas angústias... São humanos como nós. Como vocês... Não deve ser fácil para eles este período... Períodos de “travamento”...

Sei que passa...

Prova maior que estou conseguindo dizer o meu pensamento a vocês a respeito desses momentos que estou passando.

Trava!

Trava!

Trava!

Vai passar...

Está passando...

Estou conseguindo...

É o desafio!

É o desafio de sempre!

De tudo...

Tudo é um desafio na nossa vida.