quarta-feira, 7 de novembro de 2012

DROGAS LÍCITAS?





DROGAS LÍCITAS?
DIGA - SEMPRENÃO ÀS DROGAS!

David Iasnogrodski
escritor, engenheiro, administrador david.ez@terra.com.br


 

Cigarro e bebidas são denominados de Drogas Lícitas.

Lícitas?

Sim! Lícitas...

Vejam bem: drogas lícitas.

Na minha opinião, não poderia existir as drogas “ditas” lícitas. Sei do poderio destes produtos. Destas empresas. No mundo inteiro... Agregam muitos impostos aos governos. Em contra-partida agregam inúmeros malefícios a nós: Seres humanos.

E assim mesmo são “consideradas” drogas lícitas.

"As portas estão se fechando"
Na semana que passou, li que alguns fumantes estão preocupados, pois estão perdendo espaço em muitos locais: restaurantes, transporte público, bibliotecas, enfim: em diversos locais...

E aí?

Estão preocupados com sua liberdade...

Eu, sinceramente, estou preocupado comigo – como ser humano – e com todos aqueles que não fumam e nem bebem.

Porque?

Em função de que podemos ser fumantes passivos, prejudicando nossa saúde, e sermos prejudicados em acidentes pelos que bebem “sem” moderação ou com “moderação” alongada...

Não é verdade?

E ainda são consideradas drogas lícitas...

Vai chegar o momento que outras drogas, hoje ilícitas, serão, também, consideradas “lícitas”.

Se umas podem, porque não outras?

É a indagação de seus defensores...

Olha! Ainda teremos estes defensores...

“Quem viver verá...”!

É a “licitude” comandando o espetáculo...

Diga sempre: NÃO ÀS DROGAS.

Licitas ou não.

DIGA NÃO ÀS DROGAS!

SALADA DE FRUTAS




SALADA DE FRUTAS

 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Quem não gosta de frutas?

Não vou “parafrasear” a letra da música que: “... bom sujeito não é ...”.

Adoro frutas...

Mas adoro mesmo... Todas as frutas. De todas as épocas do ano.

 

Acredito, até, que muitos de vocês, ou a maioria, são como eu. Adoradores de frutas!

Nunca vou esquecer de um hotel da cidade de Gramado, região serrana do nosso Rio Grande. O Hotel Gramado Palace nos recepcionou na chegada de nossa estada com frutas. Eu e minha família ficamos muito alegres. Não conhecíamos o hotel, mas com aquela recepção bastou para que nós e os outros hóspedes ficassem fãs daquele hotel. Se continuam assim, que coisa boa. Nunca mais estive lá. Esta recepção jamais será esquecida.

 

Além das frutas, gosto em demasia de “salada de frutas”, principalmente nesta época de “quase”  verão.

Acredito que não há sobremesa melhor do que uma “grandiosa salada de frutas”. Com muitas frutas... Não só caldo, apesar de que o caldo de uma salada de frutas também é muito gostoso...

Gostoso! De dar água na boca – o caldo e a salada de frutas...

Mercado Público no centro histórico de Porto Alegre
Isto tudo para dizer a vocês que uma das grandes características de Porto Alegre é o seu Mercado Público. Bem central. Bem no centro da cidade. Quase junto ao marco zero da cidade. Neste local, que é um dos pontos turísticos da capital de todos os gaúchos vocês  vão encontrar de tudo. Peixes, grãos, especiarias, fiambres – tudo da melhor qualidade e também salada de frutas.

 

tradicional "banca 40" do Mercado Público de Porto Alegre
Sim, a Banca 40 tem uma das melhores e mais tradicionais salada de frutas da cidade. Conhecida por “quase” todos os porto-alegrenses. Vem atravessando décadas e décadas. A Banca 40 não perde nunca a sua característica principal: servir a salada de frutas. Muitos a saboreiam com sorvete. Tudo depende do cliente...

Ao chegarem a Porto Alegre, não importando a época do ano, vão se deliciar sempre na Banca 40 do mercado Público com a melhor Salada de Frutas da cidade, ao menos na minha opinião.

Excelente!

Refrescante!

 

Eu quando vou ao centro histórico da cidade de Porto Alegre faço sempre uma parada na Banca 40 para me deliciar com a Salada de Frutas.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

ELA ESTÁ DE VOLTA - "A PRAÇA DOS LIVROS"




ELA ESTÁ DE VOLTA! - “ A PRAÇA DOS LIVROS”

" A praça é dos livros..."
 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Estão na praça...

Chegaram e estão na praça dos livros.

 

Eles, os livros, estão lá! A espera de todos nós...

 

Exatamente como iniciou há 58 anos atrás a Feira do Livro de Porto Alegre – um dos maiores eventos ao ar livre da América do Sul – está na Praça da Alfândega. No centro de Porto Alegre. No centro da capital de todos os gaúchos...

Autógrafos, “work-shop”, palestras, debates, seminários, bate-papo e até venda de livros... Nos “balaios”, com descontos, lançamentos nacionais, internacionais. Enfim tudo sobre cultura. A cultura através dos livros.

Encontro do povo. De escolares. De intelectuais. De todos. Encontros de todos com e sobre livros.

Frei Rovílio – O “senhor” Patrono, LuisCoronel, Luis Fernando Veríssimo, Lya Luft, , Cíntia Moscovich, Martha Medeiros e tantos outros notáveis são uma constante nos caminhos da Feira. Também autores neófitos, que estão lançando seus primeiros livros estõa presentes e dando seus primeiros autógrafos. Autores nacionais. Autores internacionais. Autores “imortais” como Moacyr Scliar – que já não se encontra entre nós, mas sempre é lembrado pela sua obra inconfundível. Todos os notáveis se encontram juntos ou separados nos cafés, nos bancos, junto às barracas das Editoras e Livrarias. Nos estúdios das rádios e televisões, nas estandes dos jornais ali existentes “batendo um longo e gostoso papo...” Todos com e para os livros!

 

Algo fantástico! Inesquecível!

Algo espetacular!

Algo importantíssimo para todos nós!

 

Desde a abertura até o fechamento com a tradicional sineta só se fala em livros. Livros e mais livros.

Sempre livros!!!

 

 

Vamos nos encontrar lá na Feira?

Que acham da ideia? Gostaram?

Eu já estou indo e esperarei vocês. Certo?

Até lá e...

Tchau!

INOVAR SEMPRE!!!




INOVAR SEMPRE!!!

 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br 


Brique da Redenção
 

Em tempos de inovação é necessário dar algumas sugestões.

Temos em Porto Alegre o Brique da Redenção. Atividade por demais conhecida. Atividade turística por excelência. Em todos os domingos, o Brique da Redenção é uma programação obrigatória. Obrigação dos residentes do Bairro Bom Fim, dos porto alegrenses em geral e dos visitantes. Local de visitação dos políticos em épocas de eleição. Local de mostrar produtos novos e de campanhas de saúde. Enfim, um local de muitas visitas...

Mas estamos em tempos de inovação. Sabemos nós que tudo que é bom merece ser melhorado, mas com um cuidado: Tudo pode ser cansado. Por melhor que seja, necessitamos sempre pensar em melhorar. Em inovar...

Tudo é inovação.

Como sugestão para inovar o Brique da Redenção é o Brique promover atividades inovadoras. Sempre ao gosto do público e para chamar outros públicos.

O que eu desejo dizer com isso – o Brique realizar atividades?

Em diversas ocasiões recebemos convites para nos dirigir ao Brique ver alguns eventos. São eventos realizados “junto” ao Brique. São eventos que se aproveitam do Brique...

O que estou propondo, como inovação, até para melhor sobrevivência do Brique, são eventos promovidos pelos “briqueiros”.Exemplos: Desfiles de moda junto à passarela do Brique, onde os briqueiros mostrarão sua moda e os modelos são integrantes do Brique. Campeonatos de bochas entre os diversos bairros de nossa cidade, onde as atividades sejam realizadas junto às canchas nas cercanias do Brique.

São exemplos de inovação. Muitas outras devem e podem ser pensadas e realizadas, tudo para melhorar o astral do Brique da Redenção. Ele, astral, já é interessante. Mas podemos melhorar sempre. São atividades de renovação do Brique, sem ele perder o seu “charme”. Tenho a certeza que ficará cada vez mais jovem, apesar de sua idade...

Tudo com muita divulgação.

Não podemos esquecer o velho ditado: “o que não é inovado fica deteriorado”.

 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

PODER DA ATRAÇÃO




PODER DA ATRAÇÃO

 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Em algumas horas ou em quase todas as horas o congestionamento é uma constãncia.

Onde?

Em todos os bairros de nossa “mui leal e valerosa” cidade.

 

Até no Bela?

Sim, até no Bela Vista. E porque “nele” seria diferente?

Afinal de contas “ele” é um bairro igual aos outros de nossa “urbe”.

 

Tem grandes avenidas. Frondosas. Ruas largas. Ruas estreitas. Estacionamento, em muitas destas ruas, permitido nos dois lados. Grandes lojas. Com muito movimento. Isto atrai o público. Isto atrai o tráfego.

 

Grandes prédios. Arquitetura exuberante. Atrai o público. Atrai o trânsito. Atrai o tráfego. Atrai o congestionamento.

 

Inúmeros colégios. De grande padrão educacional. Isto atrai o público. Isto atrai o tráfego. Isto atrai o congestionamento.

 

Praças onde o público está sempre presente  em função das caminhadas, conversas ou rodas de chimarrão. Supermercados. Shopping Center. Mercados. Restaurantes. Concessionárias de automóveis. É um bairro atraente e completo onde atrai um grande público, que por sua vez atrai o trânsito que por sua vez provoca um congestionamento em todas as horas do dia e às vezes até em algumas horas da noite.

 

Vendo assim notamos que o “nosso” Bela Vista tem tudo para agradar o grande público. Tem tudo para “agradar” um grande congestionamento de veículos e provocar um “para e anda” em todos os minutos...

 

E é isto que acontece, não é verdade?

 

O que vamos fazer?

É o poder da atração.

Sinal dos tempos.

Sinal da modernidade.
Sinal de uma realidade

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

EXÉRCITO DE ALEIJADOS




EXÉRCITO DE ALEIJADOS

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Adoro o rádio. Acredito que seja o melhor veículo de comunicação. É ágil! É preciso! Claro está que a TV tem imagem e som, mas o rádio... A Internet está aí... acredito muito neste veículo... mas ainda precisa passar por alguns passos para obter a credibilidade e confiabilidade do rádio... Posso estar sendo muito conservador, mas é a minha opinião. Acredito até que vou mudar dentro de algum tempo, mas agora...

 

Algum tempo atrás, ouvindo a Rádio Gaúcha, mais precisamente o Programa Gaúcha Repórter, com apresentação do jornalista Lasier Martins, ouvi uma expressão que me deixou muito preocupado: “Exército de aleijados”.

Estava o apresentador se referindo a uma realidade: motociclistas. Sim, a essas pessoas que dirigem as motos. Estava dizendo ele, em função de uma entrevista que tinha realizado com o secretário de Transportes de Porto Alegre/RS, que o número de acidentes e acidentados com o veículo moto cada vez mais estava aumentando. “Estamos diante de um verdadeiro exército de aleijados”.

Isso é preocupante! A maioria dos motociclistas são jovens. Jovens que possuem a moto como equipamento de trabalho. As famosas tele-entregas, onde o tempo é o fator primordial para a chegada do produto ao consumidor final. É a logística da tele-entrega... Nós necessitamos da pizza, medicamento, ou outro produto qualquer em que a entrega do motoboy faz parte do consumo...

Isso é preocupante! A motocicleta é um veículo rápido, mas na minha opinião a segurança é quase zero, em função de que não há nada para proteção do(s) ocupante(s). Isso é preocupante! Estamos perdendo muitas vidas. Estamos com muitas vidas deficientes. Vidas estas, na maioria, jovens. Jovens que estão passeando no veículo dos jovens... Jovens que estão realizando trabalho, num momento de pouco trabalho para muitos...

Isso é preocupante! Nas cidades, nas estradas, observamos a quantidade de motos num vai-e-vem terrível, numas ultrapassagens terríveis, numa velocidade, em muitas ocasiões bem acima da permitida. E aí surgem ali – bem ali – os acidentes. Muitas vezes fatais...

Precisamos ter mais cuidado com eles – os motociclistas-, e eles terem mais cuidado conosco e com eles mesmos. É a convivência humana... Não podemos, de nenhuma maneira, aumentar este  exército – “ o exército dos aleijados”. Temos famílias. Eles também...

Isso é preocupante! Motocicilistas! - E não chamei vocês em nenhum momento de motoqueiros, pois bem sei que vocês não gostam - Parem um pouco para pensar nesse assunto. Sei que neste momento vocês estão andando. Parem! Estacionem... Pensem em vocês e na família de vocês... Não façam parte desse exército de aleijados!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

DICIONÁRIO DO "AU, AU..."




DICIONÁRIO DO “AU,AU...”

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


"não estou entendendo..."
 

Cada vez mais estamos tendo contato afetivo com os animais domésticos.

Cada vez mais, em função disso relatado acima, o mercado de utensílios para estes “cidadãos” está aumentando. É o mundo dos negócios...

Cada vez mais algumas legislações estão sendo mudadas em função “deles”. Sempre para protegê-los, logicamente...

É uma realidade.

Aonde a “gente” vai, encontramos, cada vez mais, estes “meninos” ou “meninas” e para tanto necessitamos nos habituar a “eles”. E “eles” a nós – os ditos racionais. Isso não é fácil!!!

Mas é a realidade.

Nos parques. Nos prédios. Nas calçadas. Enfim, em todos os lugares, temos que nos afinar. “Eles” estão sempre. É sinal dos tempos. É sinal de uma integração. Integração quase perfeita.

Num dia destes, caminhando como faço quase que diuturnamente pela cidade, principalmente junto aos parques e praças, me deparei com um “diálogo” meio estranho.

- Você é neurótico. Eu disse: neurótico. Você não entendeu? Ou você está fazendo de conta que não me ouviu? Você é um neurótico... Assim não dá para continuar. Não trago mais você aqui neste lugar.  “Seu neurótico”...

Era um “dono” de um cãozinho falando ao dito cujo e este só olhando meio atônito. Com quem diz: “O que o “meu senhor” está querendo dizer”? Não estou entendendo nada...

Acredito eu que “nós” os ditos racionais, que sabemos “um pouquinho mais” (ou devemos saber em função da “nossa” dita racionalidade...) necessitamos entender que “eles” não sendo racionais como “nós” não entendemos “tudo” ou “quase nada” das nossas palavras. Necessitamos sempre ensiná-los... Ensiná-los? Mas certos vocábulos para “eles” se tornam “um pouco” difícil.

- Neurótico! “Você” é um neurótico...

O que será que o cãozinho entendeu com esta expressão do seu “dono”?

Grande indagação... Quem se habilita a responder?

É as coisas estão num grande progresso... Que acham?

Talvez daqui a pouco tempo necessitaremos entender os “au, au... deles”.

E “eles” nos entenderem através dos nossos vocábulos mais difíceis.

“Eles” precisarão de um “dicionário” próprio ou aprender a utilizar um computador e saber clicar na Internet procurando os vocábulos, e “nós” também: possuirmos o “dicionário do au, au...”.

Vamos à luta!

Se não vão nos chamar também de “malucos”, pois estaremos respondendo a “eles” através dos respectivos “au-au...” e “eles” nos responderão a todos os nossos questionamentos e expressões ditas difíceis...

Não duvidem de nada!!!

Quem viver verá!!!

Sinal dos tempos. Tempos “ditos” modernos. Não tempos de Chaplin – “Tempos Modernos”.

Quem viver verá!

Quem sabe!!!