terça-feira, 10 de novembro de 2015

GRANDE EXERCÍCIO DE MOTRICIDADE ....



GRANDE EXERCÍCIO DE MOTRICIDADE...

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exercício de motricidade...


David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



Lá vai a pessoa.
Lépida e faceira...
O que tem na mão?
Um aparelho celular.
Mexendo os dedos.
Não olhando para os lados e nem para trás.
A outra pessoa do lado com o mesmo movimento...
Todos na frente, também.
Os que vem atrás, também. Ninguém se olhando.
Ninguém se conhecendo, mas com os mesmos movimentos.
Todos, isso sim, mexendo os dedos.
Segurando o aparelho.
Não olhando para os lados.
Não falando com ninguém.
Parando nos semáforos. Ao menos isso!
Aguardando o verde.
Ufa! Que alívio. Já estava nervoso.
Enquanto “o verde” não vem?
Mexendo no celular. Mexendo os dedos...
Olhando o “facebook”...
Vendo as notícias, fofocas, tudo...
Tudo no celular.
Aguarda o ônibus no “ponto”
Chega o coletivo. Pega o ônibus.
Silêncio no seu interior.
Todos ou quase todos o que estão fazendo? Adivinhem?
Mexendo no celular.
Com os dedos...
E as crianças?
Também!
E os mais idosos?
Também!
Todos.
O ônibus para.
Muitos descem nesta parada.
Descem com o aparelho na mão.
Atravessam a calçada e lá vai nosso personagem.
Nosso personagem?
Não, no plural, todos “marchando” com seu celular.
Chegam no trabalho.
Todos.
Cumprimentam a todos e logo em seguida...
Bem, logo em seguida – Celular na mão e volta ao exercício de motricidade com as mãos...
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Assim é a vida nos dias de hoje.
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Vou parar de escrever, pois nesse momento está tocando um aparelho.
É o meu celular.
Vou mexer com as mãos.
Uma mensagem: “ O que aconteceu contigo, não está navegando? ”
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Neste tempo que estou escrevendo esqueci de “navegar’.
Já estão me cobrando...
É a vida de “um navegador”...
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- “Já estou na rede. Já estou a postos. Como está? Tudo bem? Quais são as novidades...? ”



segunda-feira, 9 de novembro de 2015

AO MENOS TENTAR!




AO MENOS TENTAR!

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David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – 
david.ez@terra.com.br




Pensando bem, chego à seguinte conclusão: Onde vamos parar?
Tudo está em ebulição.
Grande ebulição!
O clima!
A economia!
O trânsito!
Tudo junto!
O que fazer?
Boa pergunta!
Viver!
Ultrapassar obstáculos!
Isto tudo vem sempre a nós quando temos indagações, não é verdade?
Bem!
Estão digo:
Viver!
Ultrapassar obstáculos!
E depois?
Mais uma pergunta.
Continuar ultrapassando os obstáculos.
É sempre assim.
Assim é a vida.
O importante é não perder o controle.
Não perder “ o norte’. Muitas vezes não sabemos onde “ele” está. Mas aí vem a “genial” resposta. Encontrar a bússola. Encontrar o GPS.... Estamos no século XXI.
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Vamos!
Com toda força.
Suplantar tudo!
Todos os obstáculos!

Ao menos tentar...

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

TUDO EM FUNÇÃO DA CHUVA...



TUDO EM FUNÇÃO DA CHUVA...

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David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



Chove!
Chove muito!
Saio de casa cedo.
Penso: vou pegar “engarrafamento”.
Passo uma rua.
Passo duas.
Não deu outra.
Todos parados.
Eu olhando o relógio.
E “ele” olhando para mim.
E os minutos, segundos, todos passando...
E eu ali.
Parado!
Simplesmente parado...
Pensando: e o “meu” ponto eletrônico?
O que fazer?
Perderei o dia?
Perderei o turno?
Não pode, penso eu...
Tiro uma “selfie” minha. Pensativo e nervoso...
E o tempo passando...Começo a refletir: o que fazer? Não posso parar a chuva. Não po0sso passar... Todos, como eu, parados...
Andei um pouquinho...
Parei novamente...
E daí?
Ligo para colegas.
E eles também estão noutro congestionamento.
Em outro local da cidade.
E o que fazer?
Perderei o dia?
Ligo para o “chefe’.
E ele diz que não sabe o que fazer.
Também está parado...
Tudo trancado.
E o “ponto”?
Ah! O ponto!
Está lá, sem minha presença.
Continua a chuva.
Continua o congestionamento.
Não sei o que fazer...
Pensei: vou parar de pensar.
Vou ouvir a música.
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Passados duas horas.
Chego no trabalho.
E o que fazer?
Falar com a chefia? Será que já chegou?
Ir ao encontro do “relógio-ponto”?
O que fazer?
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Encontrei um colega e ele me disse: “Todos estão trancados”.
Onde? No congestionamento?
Não, disse ele, “ os relógios –ponto estão trancados” em função da chuva...

Ufa! Desta eu me livrei...

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

PROCURAR VENCER. ASSIM É A VIDA!




PROCURAR VENCER. 
ASSIM É A VIDA! 


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David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



Vencer no esporte.
Vencer nos negócios.
Vencer na vida!
Vencer...

É a procura de todos.
É uma constância...
E é uma boa maneira de progredir na vida.
É uma boa maneira de pensar e agir, a fim de que tenhamos uma meta.
Pessoa sem meta estagna em tudo. Inicia a pensar no tempo passado...
Começa a pensar em dores.
Em remédios.
Em doenças.
Em obituários.... Está chegando no fim...

Vai faltar vontade de ultrapassar seus obstáculos. Todos nós temos que ultrapassar obstáculos todos os dias...

Deve passar pela mente de muitas pessoas que o “final do túnel” é logo ali. Será que a vida é um túnel? Para atingirmos o final falta muito.... Muito! O túnel é longo. Muito longo...

Necessitamos de leitura.
Necessitamos de diálogo.
De muito diálogo...
Precisamos de lazer. Muito lazer!

Isso é o vencer.
Vencer a tudo e a todos.
Claro está que cada um de nós tem sua maneira de viver e de agir. Claro está que cada um de nós tem suas metas. Isso é normal e salutar.

“O que seria de nós se todos gostassem da mesma cor....” – diz o ditado popular.

É uma “grande” verdade.
Como poderíamos vencer? Tudo seria igual. Tudo seria “cinza”...

Hoje em dia as dificuldades para tudo são diferentes do que em outros tempos – dizem os mais idosos. Não que seja diferente, mas são outros tempos. Tempos mais acelerados. Tempos onde o progresso é diferente. Hábitos diferenciados. Inovações a todo o momento. O ar que respiramos é diferente. Mais poluído. Sim, mais poluído.... Devemos cuidar mais de tudo. Até do ar que respiramos. Da água que bebemos. Da energia que está findando... São outros tempos.
Tempos da sustentabilidade.

Tudo é diferente... São outros tempos.
Mas, mesmo assim, necessitamos ultrapassar a tudo e continuar a vencer, como antigamente, todas as barreiras que estão à nossa frente e ao nosso lado...
Tudo é diferente! Mas a gente se acostuma. Somos humanos...

O que sabemos é que o mundo continua “redondo”. Isso não foi mudado. Até agora! Continua redondo, mas parece que a “bola” está menor...
E está mesmo! Afirmam muitos...
Somos um mundo globalizado. Tudo mais perto. Mais perto de todos!
A vida está “chegando” em Marte ou já existe vida neste planeta? As últimas notícias veiculadas pela NASA nos dão conta que há água neste planeta. Se existe água é uma grande possibilidade de existir vida... Imaginem só esta notícia anos atrás...
Todos nós sabemos de tudo, “quase” em tempo real.
O computador nos propicia esta nova “realidade”.

Mas precisamos vencer!
Vencer sempre.
Vencer no esporte.
Vencer nos negócios.
Vencer na vida!

Não é fácil!
Mas isso foi sempre assim. Talvez “antes” houvesse um pouco mais de charme...
Agora é com mais rapidez que necessitamos pensar e agir, pois senão nossos concorrentes ultrapassam e nós vamos ter que ficar novamente “só” no pensamento em como vencer...

Vencer em tudo!
Vencer nos esportes.
Vencer nos negócios.
Vencer na vida!

E assim gira o mundo. Gira a “bola”... Hoje um pouco menor no tempo de giro...
E assim passa o tempo. Ainda o dia tem 24 horas, mas nos parece que esta hora tem os minutos girando mais rapidamente...

E assim levamos a vida.
Uns com mais facilidades do que outros. Mas todos necessitam, obrigatoriamente, ultrapassar os obstáculos...


Assim é a vida!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

NOSSO DIA




NOSSO DIA


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Somos criança SEMPRE!



David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




Meu dia está chegando.
Não é meu aniversário.
É o dia da criança.
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Somos criança – Sempre!
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Quando na mais tenra idade gostava muito do dia da criança. Inclusive os dias que antecediam a data. Era o dia em que no colégio que estudava (jardim, primário e ginásio – Colégio israelita) nos levavam para realizar piqueniques. Saíamos cedo de ônibus. Era uma algazarra total. Na realidade uma festa! Só sabíamos do local quando chegávamos. Algo fantástico!
Levávamos o lanche e fazíamos um almoço coletivo entre colegas. A escola sempre preparava uma surpresa, normalmente guloseimas. Era um dia diferente. Um dia divertido. Muitas brincadeiras ao ar livre. Muitas brincadeiras livres e outras preparadas pelos “mestres”.
Era o dia da criança. No final da tarde voltávamos. Nossos pais estavam a nossa espera. Todos alegres. Todos satisfeitos. Eles e nós...
Dia da criança. Dia esperados por muitos. Quase todos!
Eu, em especial, gostava muito, pois nascido em fevereiro, normalmente não tinha festa de aniversário. O meu melhor dia era o 12 de outubro.
Em diversas ocasiões ganhava presente dos meus pais. Até dos meus avós: Ida, Adélia e Jaime.
Numa das ocasiões ganhei o uniforme do meu time: Grêmio.
Logo fui jogar bola com meus amigos da vizinhança. Da João Guimarães. Foi uma felicidade! Nunca fui bom jogador. Mas agora tinha uniforme! Foi muito legal!
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Noutra oportunidade ganhei um “carrinho” Fusca. Era um grande sonho! Fomos no Bazar Carioca – Oswaldo Aranha – e meus pais me disseram que o carrinho tão solicitado por mim, agora eles estavam conseguindo comprar. Fiquei com olhos “lotado” de lágrimas. Não escondia meu ar de satisfação. Brinquei muitos anos com aquele carrinho ganho no dia da criança.
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Noutra oportunidade, depois de muito esforço do meu pai, ganhei uma bicicleta. De selim azul, igual a cor do meu time. Comprada na Mesbla. De marca Horimex. Aro 24. Que felicidade!
Passeava pela rua todos os dias depois do colégio.
Sempre pela calçada. Ganhei um “porta pacote” antigo do meu primo Paulo. Era da cor verde. Não importava que ficava destoando da cor da bicicleta. Isto favoreceu para que eu pudesse levar na carona para passear meu irmão Bruno, que tinha bem menos idade do que eu – a nossa diferença é 8 anos e meio -.
Lá ia eu passeando, cantando, assobiando e fazendo de conta que era “meu carro”...
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Sei que estas histórias muitos de vocês também devem ter.
É o dia de todos nós.
O dia da criança.
Somos sempre criança!
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Até hoje, com toda a tecnologia presente, uma bola, um uniforme do time, uma boneca ou mesmo uma bicicleta serão sempre presentes bem recebidos.
Claro que hoje os presentes mais solicitados são outros, mas...
Outros tempos!
Velhos tempos!
Mas sempre – “Dia nosso”.
Dia da criança – “O nosso dia”.
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“Criança feliz, feliz a cantar...”

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

ARTE



ARTE


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David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




Gostaria muito de saber pintar.
Estou de posse de um calendário realizado por pintores brasileiros portadores de deficiência.
Muitos se utilizam das pernas para pintar.
Outros da boca.
Pinturas com uma arte espetacular.
Acredito que muitos de vocês os conhecem.
Ajudem!
É arte.
É arte de quem faz arte...
Fazer arte é uma arte!
Admiro todas as artes.
E se eu não pudesse escrever com as mãos?
Deveria procurar outra maneira.
Mas não deixar de escrever. Não é verdade?
E é o que fazem estes artistas.
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Ao viajarmos ao exterior, em muitas ocasiões, encontramos em estações de metrô muitos artistas.
Músicos.
Pintores.
E outros.
Realizando sua arte ali naquele local.
De muito movimento.
É a procura do artista.
É a procura do artista por local para realizar a sua arte.
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Arete é arte em qualquer lugar.

Arte é a arte realizada pelo artista.
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Necessitamos sempre apreciar a arte.

Arte realizada pelo artista.

MAIS UMA VEZ: "OBRIGADO"!




MAIS UMA VEZ: “OBRIGADO”!

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Mais uma vez: "obrigado"!





David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



- “Quero dizer neste momento da minha satisfação em poder receber este documento no qual traduz tudo que eu penso a respeito do meu país. Sou grato a este país que me acolheu, juntamente com minha família.
Com esta naturalização vou poder trabalhar mais e melhor pela minha cidade e pelo meu país.
Obrigado Brasil! ”
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Como não estava presente na ocasião pois tinha muito pouca idade, acredito que com estas palavras o senhor meu pai pode agradecer na oportunidade ao receber a sua naturalização.
Comentou ele sempre que quatro atos o tornaram um homem feliz: na data que pisou em solo brasileiro, na data do seu casamento, nas datas dos nascimentos de seus filhos e no ato de receber sua naturalização.
Claro que depois vieram as datas das formaturas de seus filhos, casamento de seus filhos e o nascimento de seus netos.
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Sou filho de imigrante.
 Imigrante que chegou nesta terra abençoada Brasil na década de 20 do século XX.
Jovem. Muito jovem.
Sem saber falar a língua.
Foi procurar trabalho.
Foi ambulante até sua aposentadoria.
Faleceu um mês antes de completar 98 anos.
 Casou.
Educou seus filhos para terem uma profissão.
Dizia sempre que aqui nesta terra abençoada por Deus ele tinha a certeza de que seus filhos e netos não passariam o trabalho que ele viu seus pais terem na antiga Rússia. Veio ele de Shpola.
Decidiu, por livre e espontânea vontade, naturalizar-se como brasileiro para poder agradecer em completo a possibilidade que lhe foi dada para viver em terra sem guerras.
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Sou filho de imigrante.
A esta terra eu também devo muito em lembrança que foi realizado aos meus pais e avós.
Sou grato pela educação que tive em educandário público (Julinho) e Universidade pública (UFRGS).
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Esta crônica é um agradecimento a este continente Brasil e a esta cidade Porto Alegre, do qual me orgulho muito!
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Povo brasileiro – eternamente agradecido!
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Porque esta lembrança?
Em face de que estamos observando no momento refugiados e/ou imigrantes procurando um lugar ao Sol e muitas vezes estão encontrando “portas fechadas”.
Sei da diferença entre refugiado e imigrante segundo a ONU.
Devemos ser humanos!
Lembro do que aconteceu com meus pais e avós. Não consigo imaginar o que seria o sofrimento deles se também encontrassem “portas fechadas”.
No momento estou vendo o sofrimento destes homens, mulheres, crianças.
Portas fechadas para a Vida estão encontrando.
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Vivemos num país magnífico!
Vivemos num estado que é um cadinho de raças e credos.
Vivemos num país onde notamos uma série de imigrantes.

Acredito que todos seus filhos e ou netos estão pensando como eu.
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Só meu resta dizer o seguinte: “Mais uma vez – Obrigado! ”