quarta-feira, 18 de julho de 2012

MAIS UMA VEZ: ATENDIMENTO


MAIS UMA VEZ: ATENDIMENTO

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



Posso ajudar?

Vou voltar a um “velho” tema.

Um tema que me fascina há muito tempo.

Um tema onde acredito muito.

Um tema onde o sucesso dos negócios está presente sempre.

É o tema de atendimento.

Quanto mais passa o tempo, mais acredito neste termo: atendimento.

Quantos de vocês já saíram de algum estabelecimento comercial sem fazer o devido negócio em função de um mau atendimento. O contrário também é verdadeiro. Muitos e eu afirmo – a maioria -, dos negócios são realizados em função de atendimentos bem sucedidos. Um simples atendimento de um telefone pode dar menção a um excelente negócio ou a um malíssimo negócio. Não é verdade?

Atendimento dá o ritmo dos negócios.

É o ritmo do sucesso.

Em muitas ocasiões o valor poderá ser até maior, mas se o atendimento for cortês, gentil, educado e com vontade de realizar e ajudar o cliente, o negócio será “batido o martelo”.

Em outras ocasiões, por exemplo, onde os valores empatam, nós consumidores vamos preferir a consecução do negócio naquele estabelecimento onde o atendimento foi mais generoso. Onde esteve presente em todos os momentos o sorriso verdadeiro e não o sorriso “forçado”. Não é verdade?

Isto é atendimento.

A mola propulsora dos negócios no século XXI. O século das Relações Humanas.

E atendimento é sinônimo de gente. Somos nós que conduzimos os negócios. Nós somos os motivadores de todas as transações. Quando falamos de negócios estou também me referindo à coisa pública.
Também nos setor público o atendimento é primordial.

Não importa a maneira: podemos ter clientes internos e externos. Em todas as ocasiões o atendimento prestado será a mola propulsora do sucesso.

Vamos nos dar conta desta “palavrinha” -atendimento – no final do dia quando realizarmos o balanço do nosso sucesso ou insucesso.

Você que é um executivo.

Você que é um atendente.

Você que é um consumidor.

A todos a palavra atendimento deverá na mente. E eu disse: a todos. E para tanto é necessário o devido treinamento e a de vida compreensão do termo atendimento. Devemos notar sua importância. Necessitamos compreender que todos devem dar a devida atenção ao cliente. Desde o executivo até o grupo de colaboradores.

O negócio é formado pela equipe e esta deverá ser coesa em torno de um atendimento focado sempre no cliente. É esta equipe que irá realizar o sucesso da empresa. E este sucesso passa, necessariamente, pelo atendimento.

Um velho tema, mas que muitos ainda não se deram conta da sua importância.

Certo?

A gente, muitas vezes, só vai se dar conta de sua real importância quando está “do outro lado do balcão”.

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Na semana que passou estivemos, com muito prazer, realizando uma palestra motivacional a respeito de Atendimento, cujo título foi “Atendimento 10 – a fórmula do sucesso” a toda equipe do Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul.

terça-feira, 17 de julho de 2012

"ELE"



“ELE”

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

QUE FRIO! QUE CHUVA!



Chegou para valer.

Com muita umidade.

Claro que nesta época do ano “ele” está sempre presente. Muitas vezes a gente esquece...

Mas como “ele” já estava atrasado a gente até pensava que “ele” não viesse mais. Tinha esquecido da gente...

Mas chegou.

E chegou para vales.

Será que teremos paisagens “brancas”?

Não sei.

Por enquanto “ele” só está presente com a baixa temperatura.

Apreciamos as vestes pesadas.

Apreciamos as vestes de cor escura.

Apreciamos as tocas, bonés e gorros.

Apreciamos as “guantes” nas mãos das pessoas.

Tudo em função “dele”.

Quem?

Ora, o frio...

O frio do Sul do Brasil.

Frio úmido.

Onde as emergências dos hospitais é que sofrem. Lotadas! Lotadas!

Pessoas nos corredores.

Pessoas em pé.

Pessoas sentadas no chão.

Todos aguardando a vez de serem atendidos.

Tudo em função “dele”.

O frio sulino!

É a época.

Chegou atrasado, mas chegou...

Agora é aguardar.

Agora é suportar.

É o inverno.

É o inverno úmido.

É o inverno úmido e frio.

É o inverno úmido e frio do sul do Brasil.

Será que vai haver neve?

Quem sabe????


MARKETING INTERNACIONAL


MARKETING INTERNACIONAL






David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br










Em 2005 lancei na Feira do Livro de Porto Alegre dois livros-CD (áudio-book), cujos títulos eram: “A marca é que marca” e “A moderna relação marketing e vendas”, ambos pela Ed. Imprensa Livre. A aceitação, inclusive pela inovação da mídia, foi ótima. Nacionalmente e internacionalmente. O tema sempre me fascinou. Acredito que o mesmo acontece para muitos de vocês. Até hoje estão à venda nas melhores livrarias do país.





Agora me chama atenção o Marketing Internacional ou também conhecido como o Marketing Global. Tudo em função da globalização. Não podemos esquecer que nos últimos anos, toda a economia mundial vem nos apresentando mudanças radicais.



Quando pensamos em mercado, este é o mundo. Por exemplo, citamos o seguinte: o computador que estou utilizando no momento pode ter sido fabricado no Brasil, na verdade poderá ser um produto com um percentual enorme de peças provenientes de Taiwan, Japão, Tailândia ou outros tantos lugares. Roupas compradas na sua cidade vindas da China. Meus óculos são da Alemanha.



Nossos relógios são suíços, japoneses, coreanos. E os vinhos? Uruguaios, chilenos, argentinos e também de outras partes deste planeta, além dos nossos vindos da Serra Gaúcha. Nossos carros, com a abertura das importações são franceses, japoneses, alemães, etc. Os nacionais podem ter componentes de outros países. Nossos telefones celulares também têm procedência internacional.



O que é isso? É a globalização presente em todos os dias entre nós. O mercado globalizado vem crescendo assustadoramente, tomando cada vez mais proporção no cenário mundial. As empresas denominadas “inteligentes” serão aquelas que realizarão uma forte concentração de ações voltadas aos seus produtos e serviços, focando-se em nichos de mercado lucrativo e contando também com parceiros fortes no fornecimento de materiais com uma alta qualidade, de acordo com a realidade de seu mercado e do produto a ser comercializado.



A união de todos os setores da empresa pensando no seu crescimento diuturno é extremamente importante e a atuação dos departamentos de marketing torna-se vital e efetivamente necessária, pois as estratégias a serem tomadas estarão vinculadas a fatores importantíssimos e essenciais para sua sobrevivência. O mundo é “concorrencial”. As estratégias devem ser muito bem estudadas, pois o concorrente também “está de olho”.



Amigo leitor: “Será que sua empresa está pensando no contexto global, em função do crescimento e poder encarar mudanças?”. Em todos os momentos, o marketing, e agora o marketing internacional, está presente.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

LEMBRETE



LEMBRETE

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




Sexta 13 e não é agosto.

Vejam só!

Será que “este” 13 tem o mesmo “charme” do 13 de agosto?

Uns vão dizer que sim.

Outros vão dizer que não.

Claro está que nem todos têm o mesmo gosto...

Mas todos vão lembrar que hoje é sexta-feira.

E hoje é sexta-feira 13.

Mesmo não sendo agosto.

É só um lembrete.

Não esqueçam: é hoje!

Amanhã é 14 de julho.

“Queda da Bastilha”. Lembram deste fato?

Hoje 13 de julho e além de tudo é sexta feira.

Certo?

Bom dia a todos vocês.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

QUE CAFEZINHO!



QUE CAFEZINHO!



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


COMO É BOM UM CAFEZINHO!


Saborear um cafezinho.

Bom?

Claro! É o “gostinho” do brasileiro.

Hoje é um “gostinho” mundial.

Cada vez mais são inauguradas outras e modernas cafeterias.

É o “pingadinho”. É o “pingadinho” clarinho.

É o “pretinho”. É o “pretinho” expresso.

E assim vai!

Cada um saboreando o seu “cafezinho”.

Não importando a hora.

Depois do almoço. Na “madruga”... Final de tarde. Não importa a hora...

Realizando um negócio.

Fazendo uma visita.

Antes do cinema. Depois do cinema.

Depois do teatro. Antes do teatro.

Assistindo a um espetáculo esportivo.

Antes ou depois de um concerto.

E assim vai!

Todos saboreando o “seu” cafezinho.

Uma “bebida” ao gosto de todos. Ou quase todos! Generalizar não é muito conveniente.

Ah! Cafezinho!

Até dizemos sempre que muitos de nossos problemas podem ser resolvidos através de um cafezinho, e muitas soluções são idealizadas após a ingestão de um cafezinho...

Está presente em tudo!

Até no saudosismo do tempo!

Sim, numa meã de café podemos recordar o tempo do café passado...

O tempo que não volta mais...

O tempo dos mendigos pedindo pão velho... E hoje? Hoje são pedintes de moedinhas... E moedinhas de alto valor, pois  “pequenas” ( no tamanho e no valor) são jogadass no chão...

O tempo das serenatas. Das músicas com letras amorosas. Das músicas não barulhentas.

O tempo do século passado... Século passado? Sim o XX. Aquele que se foi há poucos anos, mas o que chegou mudou muito nossa vida. É o XXI.

São outros tempos. Tempos da TI.

Tempos do e-mail. Chamamos todos por e-mail. Não é mais o Correio. Não é mais o grito... É o e-mail e outras “cositas”. Pois até o “novíssimo” e-mail, não é mais tão novo assim... Já temos coisas mais modernas. Temos as redes sociais. O tempo passa muito rápido.

Tempo do telefone celular que faz tudo... Tudo mesmo! Até fala... E fala com os outros...

Outros tempos...

Pensando no passado, e não tão remoto, não é pensar em museu. É pensar numa outra realidade. Mais romântica. Mais calma. Mais...

Menos populosa.

Menos poluída. Menos...

Hoje tudo é mais rápido. Até o cafezinho. Precisamos tomá-lo rapidamente, pois outros problemas nos aguardam...

- Moça ( e não é o garçom, como antigamente...), o cafezinho ainda não chegou...

No entanto já conversamos bastante.

Já pensamos no ontem.

No hoje e quiçá no amanhã. No amanhã? Como será?

- Só depois de saborearmos o cafezinho, pois tudo isso acontece numa mesa junto a um saboroso café... Que cafezinho gostoso!

-Que cafezinho!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A VIDA DE UM PROFESSOR


A VIDA DE UM PROFESSOR

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador, professor universitário – david.ez@terra.com.br


 

Desde “criança” leciono.

Inicialmente lecionei matemática (o “martírio” de muitos) para alunos que vinham na minha casa.

Isso no tempo de estudante.

Depois lecionei no Colégio Israelita (eu era o “moré” David – moré significa professor em hebraico).

Atualmente estou nas Faculdades Integradas São Judas Tadeu. No curso de Administração de Empresas. Este atualmente iniciou em março de 1980. Hoje estamos em 2012. Fazem as contas...

Adoro chegar numa sala de aula.

O contato com os estudantes é espetacular. A gente necessita estar sempre atualizado, não só com a matéria da disciplina, mas com o mundo, pois hoje com a “ferramenta” Internet tudo está perto de todos.

Cada vez mais os alunos estão a procura de tudo. Muitos não acham certo a minha afirmativa. Hoje o aluno é diferente. Parece, muitas vezes, desinteressado. Necessitamos mostrar as necessidades. O aluno de hoje espera do professor, ao menos é a minha a opinião, de um motivador. É um aluno perto do mundo. O mundo está cada vez mais perto de nós.

Esse introito é para dizer que recentemente recebi de uma turma de alunos uma carta, que eu os denomino de colegas, pois já ultrapassaram a barreira do vestibular. Logo são meus colegas. Claro está que ainda necessitam de mais “alguns” dias para receberem o diploma. Mas são só alguns dias...

Como estava dizendo, recebi de uma turma uma carta. Uma carta que muito me emocionou. E recebi em sala de aula.

Durante toda essa “longa” estrada como professor recebi muitas palavras amigas dos alunos. Dos colegas!

Mas esta carta realmente me emocionou.

Foi uma carta de agradecimento.

Agradecimento não só pelo aprendizado – que é minha obrigação – mas pela integração e pela amizade.

Isso é muito bom!

Mostra o crescimento dos alunos de hoje. Mostra a vontade de aprender. Mostra a responsabilidade de um professor.

Nem sempre o agradecimento é mostrado.

Na maioria das vezes só é apontado os defeitos. E temos defeitos. O Professor é gente. O Professor é um ser humano com todos os seus defeitos e todas as possíveis qualidades. Também temos qualidades! Como qualquer ser humano. Não é verdade?

A carta me emocionou de verdade!

Foi uma carta lida na frente de todos os colegas e assinada por todos os integrantes da turma.

Não esperava. Nunca agente está esperando essas atitudes. Emocionei-me tanto que só pude dizer: Muito obrigado!

Resolvi então escrever estas palavras.

É endereçada a todos os alunos que já passaram por mim e a turma citada em particular. Mas também dedicada a todos os meus colegas Professores.

A todos meu muito obrigado.

Vou continuar com a mesma vontade.

Vou continuar com as mesmas atitudes de mostrar quão belo é esse mundo. O mundo do tentar e procurar saber.

Vou continuar gostando do que realizo.

E sempre!

Resolvi, inclusive, mostrar ao Coordenador do Curso por tão entusiasmado que fiquei.

Ele também gostou.

Achou interessante.


A vida de um profissional do ensino é muito legal!

Somos sensíveis.

O contato com o ser humano é muito importante. Muitos não gostam...

Professores, meus colegas, nossa profissão é entusiasmante. E sempre!


quarta-feira, 4 de julho de 2012

PASSEADORES


PASSEADORES



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




PASSEADOR DE CÃES



Alguns anos atrás estava em Buenos Aires e observei algo no Parque Palermo desta capital que me chamou muita atenção. Passeadores de cachorros. Disseram-me na ocasião que era muito comum esta profissão na Argentina. Pessoas encarregadas de passear com cachorros, principalmente em parques. Observei alguns passeadores com diversos cães e suas guias pela mão: quatro ou cinco.



Hoje começo a observar aqui na minha cidade o advento destes novos “profissionais”: os passeadores.



Mais um profissional entre tantas as profissões num período de muitos desempregados. É a criatividade ou é a necessidade? Creio que ambas.



“ A dor ensina a gemer” – diz o velho ditado.



Aumento de número de animais domésticos é uma realidade. Prova maior é o grande número de negócios para animais domésticos. As famosas “pet”. Com esse aumento dos animais domésticos os seus “donos” se vêm na obrigação de trata-los com a devida atenção. Chegam a conclusão que não possuem esse tempo necessário a estes seres.



Com isso criaram a necessidade dos passeadores. São pessoas que possuem disponibilidade, treinamento e gosto de atender estes animais.



Atendem com isso todas as partes envolvidas. Estes passeadores não podem esquecer que nos parques existem além deles com os respectivos “animaizinhos” ( que às vezes não são tão animaizinhos... ). Existem também pessoas realizando os seus tradicionais passeios ou atividades físicas: corridas, caminhadas e demais atividades de lazer.



Os “passeadores” não são os “donos” dos parques. Ninguém é! Todos os freqüentadores de um local público são simplesmente “freqüentadores” e não “donos”. Todos devem conviver convenientemente. Assim manda a postura...



Mais uma profissão – os passeadores.



Sejam bem-vindos!