quinta-feira, 14 de março de 2013

ESTÁ CHEGANDO O PESSACH



MA NISHTANÁ...


( está chegando o Pessach)



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Blog: www.davidiasnogrodski.blogspot.com



“… Liberdade. liberdade, abre as asas sobre nós...” ( letra de música que jamais esqueceremos)



“PESSACH” – a comemoração da liberdade pelos judeus- “a saída dos judeus do Egito” – momento onde vivenciamos a plena e total libertação – momento onde colocamos nossa memória afuncionar que outrora a liberdade não acontecia.

A liberdade deve ser preservada a qualquer custo pra todos os seres humanos – em todos os momentos”.



- Crianças, amanhã à noite estaremos comemorando o tão esperado Pessach.

- Como passa rápido o ano, diz Ismar. Parece que foi ontem que realizamos o Seder de Pessach do ano passado.

- É verdade. Mas amanhã à noite – 25 de março de 2013 – estaremos todos comemorando Pessach, de acordo com a tradição judaica. Vamos ter muitos convidados. A mãe de vocês e eu realizamos alguns convites a amigos, e todos aceitaram. vocês terão que colaborar na organização do jantar. Arrumar a mesa, colocação das cadeiras nos devidos lugares pra dar lugar a todos – talvez até que alguns vão ficar meio apertados -, inclusive terão que trazer as cadeiras da cozinha.

- Como todos os anos, vocês convidam gente que não pertencem à nossa família, diz Tania. isso é legal, pois a gente sempre conhece outras pessoas e eles ficam também nos conhecendo. A partir daí ficamos todos amigos, inclusive dos filhos...

- É verdade! A gente sempre procura trazer amigos, para que todos nós possamos juntos comemorar Pessach. Bem, mas agora vamos aos preparativos...

- Legal! – diz Ismar

- Pai, vou te dizer uma coisa. No colégio fiquei sabendo que outros pais também convidam amigos para o jantar de Pessach, comenta Tania.



Pessach – a festa da Páscoa judaica é comemorada em oito dias, quando for fora do Estado de Israel. Lá é em sete dias. Neste ano de 2013, inicia-se na noite de 25 de março com a realização do primeiro Seder.

O Seder – que literalmente significa ordem – refere-se ao jantar comemorativo da festa de Pessach, em que é recordado a história do Êxodo e a libertação do povo de Israel quando estava escravizado no Egito. Quando fora de Israel estes jantares são realizados nas duas primeiras noites. Em Israel é somente na primeira noite.

No mundo inteiro, as famílias judaicas se reúnem para contarem e relembrarem as agruras do tempo da escravidão. Sempre junto aos filhos, para que esses ouçam e aprendam o valor da liberdade de hoje. Vamos descobrir a dádiva da verdadeira liberdade. Também é sempre procurado mostrar a amigos a celebração de Pessach. Nestes jantares é comido um pão ázimo (sem fermento) denominado de matzá, Esse alimento simboliza o êxodo dos hebreus que na pressa de deixar o Egito, não podiam esperar que o pão fermentasse. O livro que é acompanhado toda a celebração é denominado de Hagadá.



No Seder de Pessach, são as crianças que conduzem a Festa. Cabe a elas abrir a porta para a visita do Profeta Elias que, segundo a tradição, visita todos os lares nesta noite para trazer suas bênçãos.



Quando Jesus – que era judeu – e seus discípulos se reuniram para a Ceia, antes de sua prisão e morte, eles estavam celebrando o Seder de Pessach. O pão que naquela noite foi repartido era o pão ázimo, denominado de matzá.



Pessach é também uma festa agrícola, já que marca o início do período de colheita na Terra de Israel.



- Gente, já está quase na hora de recepcionarmos nossos convidados

- Sim, mamãe, responde Ismar.



E assim acontece.

Todos sentados à mesa.

Inicia-se o Seder.

O ponto alto deste jantar é quando as crianças cantam, fazendo as milenares perguntas: “ Ma nishtaná halaila hazê micol haleilot?” – Porque esta noite é diferente de todas as outras noites?



E continuando:

“Em que difere esta noite de todas as outras noites? Em todas as noites não mergulham alimentos sequer uma vez, e nesta duas vezes. Porque em todas as noites comemos chametz ou matzá e nesta somente matzá? Porque, em todas as noites comemos verduras e nesta noite somente ervas amargas? Porque em todas as noites comemos sentados ou reclinados e nesta noite todos nós reclinamos?”



- Ismar, você fez as perguntas e eu respondo: tudo isso é em função de podermos lembrar o sofrimento na época da escravidão dos judeus no Egito.



Todos alegres jantam e dizem sempre: “Escravidão jamais – Liberdade sempre!”



Em suma: Comemorar Pessach é expressar o amor à liberdade. É o amor que fortalece a vitória sobre a tirania.

Comemorar Pessach é uma tradição que acompanha os judeus, segundo a história, a mais ou menos 3500 anos.

Após a saída dos convidados:



- Pai, como estava bom o nosso Seder.

- No próximo ano, se Deus quiser, estaremos todos reunidos para comemorar, relembrar e fortalecer a idéia de que escravidão nunca mais, em lugar nenhum... Mais uma vez eu digo a vocês filhos: Ser livre é ter o poder de agir, falar e pensar como se quer, sem impedimentos nem limitações. Liberdade é a ausência de coerção ou constrangimento. Isso eu li recentemente na Internet ( tudo está na Internet...) e eu estou transmitindo a vocês. Acredito que muitos pais neste momento estão fazendo o mesmo com seus filhos. Também li na Internet: “Você deve ser livre para escolher “fazer”, “falar”, “agir” de acordo com os desejos de vossa alma. Esta é a grande dádiva, o grande ensinamento de Pessach para todos nós, em todos os tempos – é a lembrança de que tudo vai depender da nossa liberdade. Agora vão dormir! Obrigado pela ajuda na consecução de mais um Seder de Pessach. Todos gostaram, inclusive nós... Durmam com tranqüilidade!





segunda-feira, 11 de março de 2013

É DO SER HUMANO (INFELIZMENTE...)



“É DO SER HUMANO”


(INFELIZMENTE...)



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

www.davidiasnogrodski.blogspot.com



Porque muitas pessoas desejam tirar vantagens em tudo?

Se perguntamos algo, vem logo a resposta: “O que eu vou ganhar com isso?”

Isso é justo?

Não corroboro com essas atitudes.

Corroboro, isso sim, que as coisas que efetuamos devem ser valorizadas. Mesmo as feitas para as atividades sem fins lucrativos.

O mercantilismo toma conta da maioria das pessoas. Não podemos ser assim...

Precisamos ser valorizados e respeitados. Não é só o sonante que nos mantém...

Infelizmente o sonante é importante para a nossa manutenção diária. Tudo deverá ser pago e se não tivermos dinheiro adequado como nos manteremos?

Também não sou favorável das “batidinhas no ombro e no peito” como forma de agradecimento – sempre -. Muitas vezes isso acontece só para amaciar o “ego”. Sou favorável – e sempre – da valorização profissional e pessoal. Mas, e infelizmente, no mundo mercadológico em que vivemos, as pessoas desejam mais é que as valorizações profissionais e pessoais sejam “as batidinhas no ombro e no peito”.

Também não é assim em todos os momentos. Ainda existem alguns que não chegaram nesse ponto. Ainda existem os que valorizam, e valorizam bem o profissionalismo e as pessoas. Não é só o ato de “pagar” que vai valorizar o ser humano. Muitas vezes isso é o fundamental. O fundamental mesmo é a valorização. O “pagar” muitas vezes vai se tornar uma obrigação e não estará sendo uma valorização do ser humano.

Não é só o dinheiro!

Não são só as “batidinhas nos ombros e no peito”.

Temos que ter em mente as duas coisas juntas.

Valorização profissional é tudo.

Temos que nos doar em certos momentos. Mas não pode ser uma rotina.

O egoísmo do ser humano leva a se transformar numa rotina o ato do “agradecimento”... E só o agradecimento pela tarefa realizada… Muitos, não todos, se aproveitam desses momentos.

Já passei por muitas “batidinhas nos ombros e no peito”.

Sou contra, como disse no início, tirar vantagens em tudo, mas só baixar a cabeça – não é o certo -.

A valorização do ser humano por outro ser humano, muitas vezes é incompreendida por este ser humano ou não deseja ser compreendido.

É do ser humano!

quinta-feira, 7 de março de 2013

BOA TARDE, SANTIAGO...



BOA TARDE, SANTIAGO...

(antes do “grande” terremoto” de 2010)


David Iasnogrodski –escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
www.davidiasnogrodski.blogspot.com


Início da tarde.

Santiago me espera. Santiago do Chile, logicamente...

Ao chegarmos o avião sobrevoa a Cordilheira dos Andes. Céu lindo de uma tarde quente. Paisagem espetacular...

Chegada no aeroporto. Ao pegarmos as malas passamos por uma nova “revista”. É o normal com todos os passageiros.

Do aeroporto ao Hotel (bairro Providencia) já notamos algo: cidade limpa, arborizada e o piso para o transporte totalmente regular ( acredito até que não há oficinas mecânicas de suspensão de veículos...)

Chegamos ao Hotel Diego de Velazques. Hotel pequeno, mas muito aconchegante, com localização ótima para tudo: restaurantes, super mercado, comércio, enfim muito bem localizado.

Saímos diretamente para conhecermos a cidade, pois, realmente nossa programação iniciaria na manhã seguinte após o café. Recebemos na portaria do hotel toda a programação local organizada pela CTS com os respectivos horários, mas com um detalhe bem frisado: “ sempre na noite anterior comunicaremos o horário definitivo” ( isto é organização, e assim foi realizado sempre).

Fomos ter contato com a cidade. Limpa! Arborizada! Estivemos junto ao Rio Mapouche, onde as águas são provenientes das geleiras – nesta época do ano há pouca água, mas muito caudaloso – nas suas margens há belíssimos parques. Um deles nos chamou muita atenção: Parque das esculturas. Local de muitas atrações aos visitantes. Era domingo. As pessoas usufruindo o local, mas sem colocar nenhum detrito no chão. É cultura!

O calor é muito seco. É necessário estar sempre com uma garrafa de água. Era fevereiro. Era verão, mas um calor suportável!

Nos outros dias realizamos o tradicional “city-tour”, ida às cidades de Valparaiso e Viña Del Mar e uma subida até Portillo ( mais ou menos 3100 m acida do nível do mar) através de uma estrada pedageada (eletronicamente ou manualmente), com túneis e bem sinalizada. Estrada internacional com uma paisagem onde se destacam as parreiras ( diferentes das nossas, pois são verticais). Subimos 29 curvas bem acentuadas. São numeradas estas curvas. Ali encontramos inúmeros caminhões com placas de toda a América do Sul, inclusive do Brasil, levando as mercadorias. Portillo fica na Cordilheira dos Andes a um km. da fronteira com a Argentina ( Mendoza). Em Portillo os esquiadores profissionais realizam suas proezas. No local há somente um hotel e um lago, além das montanhas. No verão o lago é azul – muito azul e gelado. No inverno ele fica gelado. Passeio espetacular!

No city tour pudemos apreciar a cidade como um todo. Suas belezas arquitetônicas, pois Santiago é uma cidade muito moderna. Seu Mercado e o Restaurante D. Augusto e as camisetas de diversos clubes mundiais, inclusive os brasileiros e gaúchos. Suas igrejas, seu centro comercial. Seu povo – muito honesto e hospitaleiro. Que cidade!

Valparaiso e Viña Del Mar vale a pena visitar. A primeira um porto internacional onde a população ( 80%) vive nos morros. O Senado da República Chilena fica em Valparaiso, e não em Santiago. Encostado está Viña Del Mar. Balneário Internacional com suas praias, onde se destacam Reñaca e Acapulco. Águas geladas do Pacífico. Muito gelada!

Curiosidade: A 2 horas de Santiago encontramos os Andes e a 1 hora da capital chilena encontramos o litoral.Águas do Pacífico Sul.

Santiago, cidade maravilhosa!

Gaúchos e brasileiros são freqüentadores assíduos. Em todas as épocas do ano.

O metrô é limpíssimo. Suas estações, que são verdadeiros centros comerciais a limpeza impera... É um metrô com pneus – sem barulho. Os shopping center são muito interessantes, destacando-se o Parque Arauto.

Ruas limpas.

Arborizadas.

População honesta e hospitaleira.

Ruas com bancos nas calçadas para podermos apreciar melhor a paisagem ou mesmo para descansar. Assistimos a um jogo de futebol no estádio do Universidade Católica. Povo ordeiro em tudo!

Tudo isso aconteceu em 6 noites antes do terremoto de 8,9 graus da escala richter, pois nós “assistimos” um terremoto com 5,9 desta mesma escala. Alguns integrantes de nosso hotel tontearam. Outros, como eu, não sentiram nada. Mas ele aconteceu. Estão preparados para estes acontecimentos, não na escala de 8,9.

Santiago! Capital do Chile

Boa tarde, Santiago!

Tudo organizado aqui em Porto Alegre pela Kiaitur.

Os vôos foram realizados pela TAM, e a operadora foi a Mak tour.

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visitem seu estado.

Visitem o Brasil

Visitem Santiago ou outras cidades da América do Sul.

Visitem o restante do mundo

Viajar é muito salutar.

Para tudo.

Viajem!

segunda-feira, 4 de março de 2013

TESTADO E APROVADO




TESTADO E APROVADO

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Sabemos nós que o Rio de Janeiro receberá a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e em 2016 sediará os Jogos Olímpicos.

Estive recentemente na Cidade Maravilhosa.

Como admiro o Atendimento (vide Atendimento 10 – a fórmula do sucesso). Para mim atendimento é a mola propulsora do sucesso de todos os negócios. Fui testar junto aos cariocas esta palavra em função destes grandes eventos que estão chegando.

Testado e aprovado!

Sim. Em todos os segmentos o atendimento foi aprovado.

Junto aos motoristas de táxi. Junto aos motoristas e cobradores de ônibus.

Junto à recepção de hotéis (minha base foi o Olinda Rio – Av. Atlântica – excelente hotel em todos os sentidos), mensageiros de hotéis, camareiras de hotéis e atendimento junto aos restaurantes de hotéis.

Testado e aprovado junto aos restaurantes, lanchonetes, supermercado. Junto aos vendedores da beira da praia.

Também aprovado junto às lojas, bilheterias de teatro, campos de futebol e do metrô.

Todas as informações solicitadas por mim foram prontamente atendidas e fornecidas com a maior delicadeza possível. Isso mostra que o carioca está pronto e consciente para os eventos que estão por vir.

Não podemos esquecer que o Rio de Janeiro (que continua lindo...) é a maior porta de entrada dos turfistas que se dirigem ao nosso país.

Solicitei informações a policiais (que por sinal a cidade está muito bem policiada) e também recebi de maneira cortês.

As informações fornecidas no Aeroporto foram de maneira, também, muito corretas.

Até o troco nas atividades é fornecido de maneira c correta.

Enfim posso dizer: O Rio de Janeiro está testado e aprovado. Que venham os grandes eventos...

Rio de Janeiro – “A cidade maravilhosa”.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

"ENCONTRO DAS PARTES"




“ENCONTRO DAS PARTES”

ONDE?
 

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br 


 

Aeroporto, Estação Rodoviária, Estação Ferroviária.

Existem lugares melhores para encontros?

Não!

Sei que esta é a palavra...

Normalmente quando se chega a um lugar e estão nos aguardando, a gente diz: “Nos espere junto à entrada principal da Estação”.

Não é assim?

Também sei que vocês estão aprovando.

Mas existem pessoas, e isso é muito comum, que desembarcam num lugar desconhecido e ficam aguardando “os familiares” na entrada principal, mas estes familiares e os viajantes não se conhecem. Nunca se “entreolharam...”, nem por fotos (coloridas ou preto e branco – antigas ou digitalizadas).

Também isso não é uma verdade corriqueira?

Obrigado pelas “sacudidas de cabeça”, significando a concordância de minha afirmativa.

E aí o que fazer?

“That’s the question”, também concordam, não é verdade?

Ora, diz o senhor que está ao seu lado, lépido e faceiro: “É só telefonar para o celular”.

Verdade!

Pura verdade!

E quem disse que alguma das partes conhece o número do celular da outra parte?

- Ficou vermelho, seu José?

- É verdade, não tinha me dado conta deste detalhe... Tem que ser acordado entre as partes. Precisaríamos nos acordar – ou seja, o fornecimento dos respectivos números. São detalhes de comunicação...

- Além do número, seu José, precisaríamos saber do respectivo código. Estamos em outra localidade. Muitas vezes o código é diferente. Podemos estar em outro país, não é verdade?

- Também esse detalhe pode dificultar esse encontro, que já não é mais um simples encontro...

E assim continuamos nessa tarefa do “encontro entre as partes”.

Como acontecer?

Fumaça?

Gritos?

Gestos?

Cor das malas?

Cor das “vestes”?

Tipo de óculos?

Tipo de penteado?

Cartazes com nomes e caricaturas?

O que fazer?

Precisamos “encontrar as partes”...

Bem, o trem, o ônibus, o avião já chegaram...

E nós ali a “encontrar as partes”... Encontrar os parentes. Ah! Os parentes...

E agora?

Microfone da estação para localizar “as partes?"

O barulho é tão grande que ninguém ouve a informação...

Será que sabem o endereço do destino?

“Nervos de aço” em ambas as partes...

O tempo passa e o encontro tão esperado não acontece.

Choros!

Lágrimas!

De ambas as partes...

O que fazer?

Indagar aos que desembarcam se não conhecem os “fulanos” – é uma sugestão.

Surpresa!

- Sou eu!

- Você?

- Sim, sou a Leocádia.

- E eu o Menandro

Mais choros.

Mais lágrimas.

Muitos abraços.

Até “quase” desmaios , em função do nervosismo.

Horas tinham passado, mas finalmente o tão esperado “encontro das partes”.

Festa!

Sucos!

Hamburguer’s.

Tudo junto e muito mais...

É só sorrisos...

Sorrisos “das partes”. Enfim juntas...

Saem felizes a comemorar.

Comemorar o “encontro das partes”.

 

 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Vídeos no You tube de David Iasnogrodski

Assista aqui os vídeos dos audiobooks de David Iasnogrodski:

Já à venda pela Internet, no site da Editora Imprensa Livre ou pelo tel. (51) 3029-6070, ou ainda nas melhores livrarias do Brasil.
Clique nas imagens e ouça uma das partes do "audio-book".


Atendimento 10
A marca é que marca

MINHAS FÉRIAS




MINHAS FÉRIAS

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br


 

Elas estão chegando.

Quem?

As férias.

As minhas férias.

As minhas merecidas férias.

Vou ter alguns dias para recarregar as baterias.

Existem muitos que não conseguem tirar férias. Gozar de alguns dias fugindo da rotina. Da faina diária...

Muito não tem esse privilégio.

Existiam tempos que essa parada não existia. Parece mentira! Mas esses tempos existiram e não faz muito que foram eliminados. Foi uma vitória dos trabalhadores. Merecida!

Como muitas outras...

Minhas férias estão chegando.

Estou feliz.

Vou parar um pouco. Modéstia à parte, mas sou merecedor desta parada. Sentirei falta do convício de vocês. Mas será preciso.

Vou apreciar outras paisagens.

Vou passear.

Vou caminhar.

Vou realmente mudar a rotina.

 Só por poucos dias.

 São minhas férias.

Até a volta!