quinta-feira, 15 de maio de 2014

VAMOS LÁ!!!



VAMOS LÁ!!!

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
www.davidiasnogrodski.blogspot.com

vamos torcer para que "a taça do mundo seja nossa"





Está se aproximando.
O dia da festa.
Vestida de verde e amarelo.
É o dia da festa.
Uma festa de muitos dias.
Inicia no junho e finaliza em julho.
Muitos convidados.
Vários artistas. “Artistas” da bola...
Muitas viagens.
Todos querendo ambicionar o título.
O título de “campeão do mundo”.
Já sabem, estou me referindo à festa da Copa. A festa do futebol...
Copa do Mundo.
Copa do Mundo de futebol.
Vamos ouvir várias línguas.
Vamos ver sorrisos.
Vamos ver alegria.
 Vamos ver, também, alguns choros...
Uns ganham.
Outros perdem.
É do jogo. De qualquer competição.
Todos, naturalmente, desejam chegar à final e erguer a taça.
Só um irá realizar este gesto.
Só um!
Também é do jogo.
Enquanto isso muitos vai-e-vem.
De torcedores.
De equipes.
É o movimento da festa.
Festa nos hotéis.
Festa no comércio.
Festa nos restaurantes.
Festa nas “festas”...
Festa nos estádios.
É o movimento da festa...
Todos nós esperamos que nossos atletas – os da amarelinha – sejam os vencedores.
O grito de “campeão” soará alto e longe.
Esse é o nosso desejo.
Vamos lá!
Felipão e sua “família”.
O desejo de campeão é de todos nós. Não é verdade?
Vamos lá!
Em busca da taça.
“A taça do mundo é nossa...”.
Já cantamos por diversas vezes esse refrão.
“A taça do mundo é nossa...”.
Queremos mais uma vez!
“A taça do mundo é nossa...”.
Vamos lá!

Vamos lá Brasil!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

VAMOS PENSAR E AGIR COMO SERES HUMANOS




VAMOS PENSAR E AGIR COMO SERES HUMANOS



David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
Maldade rima com igualdade.
Rima também com fraternidade.
Tudo com rima pobre...
Maldade – que palavra “grosseira”.
Infelizmente nós temos observado, em muito, a aplicação dessa palavra.
Se existe nos dicionários é porque pertence à nossa língua.
Mas acredito que necessitaríamos pensar, em muito, quando da sua utilização. Quando da sua aplicação...
Voltando às suas aplicações: ouvimos nas rádios, lemos nos jornais e na Internet, observamos pelas emissoras de TV – em tele jornais ou seus folhetins (novelas...).
É a aplicação pura e simples deste termo em crianças, jovens, mulheres, idosos.
Enfim, a maldade está presente em diversas ocasiões.
Porque, me pergunto?
Nós fomos feitos para aplicarmos o bem e não realizarmos maldades contra nós mesmos.
Sei da história da cobra...
Sei!
Mas e daí? É este o exemplo que temos que seguir?
Somos seres humanos.
Seres ditos racionais.
Seres que pensam. (Todos pensam???)
Seres que podem e devem ajudar aos outros nas necessidades.
E o que estamos vivenciando?
Alguns não estão pensando como seres humanos.
Talvez até nem como animais. Estes também se ajudam...
Vamos pensar no assunto.
Vamos tentar- e eu disse tentar – parar definitivamente em prejudicar outras pessoas.
Em qualquer momento.
Em qualquer ocasião.
Vamos pensar antes de agir (talvez contar até dez...).
Como seres humanos. Não é utópico dizer isso. Sei que para muitos é uma utopia... Não estou falando para estes...
Poderá ser uma realidade. Que bom se fosse verdade! Torço para esse time...
Será que desaprendemos o termo pensar?
Será que gostaríamos que outros fizessem conosco o que “alguns” estão praticando? Será que “estes” gostariam ou desejariam que fizessem com “eles”?
Acredito que não...
“Estes” estão praticando a pura maldade...
Vamos todos pensar, agir e “torcer” pelos seres humanos.
Necessitamos viver como tal... Somos seres humanos.
Chega de maldade!

Vamos praticar o bem. Vale muito! Praticar o bem faz muito bem... Experimentem se nunca praticaram. Continuem a praticar o bem e vamos ensinar àqueles que só pensam em maldades... 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

TUDO! Num repente...



TUDO! Num repente...

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



Num repente surge a ideia.
Num repente surge a vontade de colocar a ideia no papel.
Num repente surge a crônica.
Num repente surge tudo.
Ouvi isso de um escritor.
num repente...
Ouvi isso de um poeta.
E assim acontece comigo.
Creio que assim acontece com todos.
Tudo num repente.
Cair na calçada.
Tropeçar num buraco.
Ficar adoentado.
E assim por diante.
Tudo num repente.
Estas palavras estão sendo colocadas num repente.
É bom?
E ruim?
Bem, a vida de todos nós é regida por um convencional equipamento: o relógio.
É com ele e através dele que acontece tudo, pois num repente vimos espantados:
- O tempo passou e não concluímos o planejado. Tudo num repente.
Ou seja, tudo é em função deste tempo.
Tempo este que está sempre a nos controlar.
Repente!
Tempo!
Tudo!
É a rapidez do mundo moderno.
Mas nem tudo é assim...


VIVER (OU PENSAR) NO PASSADO


VIVER ( OU PENSAR) NO PASSADO...
David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
www.davidiasnogrodski.blogspot.com 




Ruas arborizadas?




Não tantas. Mas as que são arborizadas são bastante frondosas.
Mas as pessoas se cumprimentavam nas ruas com um largo sorriso nos lábios. Se conheciam. Se ajudavam.
Sentavam junto às calçadas.
Nos finais de tarde...
Com “cadeiras preguiçosas”... Lembram? Talvez muitos de vocês não conheceram as “cadeiras preguiçosas”. Eram de madeira com assento de lona.... Confortáveis!
O chimarrão, a coca-cola, a cuca de mel, bolachinha “Maria”. Tudo na calçada. Um piquenique diário.
Uns passavam.
Outros paravam, mas todos se conheciam.
Vinha a  noite.
Muitas vezes, dependendo da temperatura, com a lua cheia, continuavam a “charlar” junto às calçadas.
Crianças correndo.
Brincando, com brincadeiras inocentes, como inocente é a criança... De esconde-esconde. De pegador. Jogando bola. Jogando peteca. Brincando com bonecas, ou  até conversando a respeito da escola. Todos ali...
E depois jantavam. Toda a família. Uns continuavam a ouvir rádio. Eram as rádio-novelas, patrocinadas pela Gessi-Lever ou Colgate-Palmolive. Muito drama... Muita ação... Tudo no rádio.
Outros iam dormir.
No outro dia era a rotina do levantar. Higiene. Tomar café. Conversar um pouco. Ler o jornal. Ouvir o Repórter Esso e ir ao trabalho...
De ônibus. A pé ou de táxi. Muitos iam com seus “carrões”. Os felizes proprietários de um automóvel... eram poucos. Mas existiam. Tinham até garagem em suas residências.
Hoje é a vez dos congestionamentos. Grandes congestionamentos. Muitos carros, carrinhos e “carrões”. Todos a rodar ou parar... Todos! São os congestionamentos urbanos das nossas “mal traçadas” vias urbanas do século XXI. Congestionamentos juntos da (in)segurança urbana.
Vamos pensar: Não ficamos mais junto às nossas calçadas. As calçadas até estão um pouco esburacadas... Mas não é em função da nossa presença….
Ninguém mais conhece “ninguém”.
Grades nas janelas.
Grades nas portas.
Grades nos jardins.
Cercas eletrônicas junto a todas as aberturas...
Crianças não brincam mais nas calçadas. Vemos, isso sim, são crianças junto às esquinas solicitando uma moedinha.
Observamos câmeras de vídeo junto a todas as portarias.
Porteiros 24 horas.
Seguranças de roupa preta andando pelas calçadas.
Casinholas nas esquinas onde os seguranças” estão a nos proteger.
Proteger de quem?
Deles...
Portas chaveadas com trancas de ferro
Portas com quatro ou mais fechaduras “dobermann” ou superior.
Alarmes em todos os lugares.
Os carros além dos tradicionais alarmes parecidos com as sirenes das ambulâncias, possuem películas para que as pessoas do seu interior não sejam vistas, além de outros apetrechos para evitar os assaltos. E assim mesmo eles acontecem a todo instante em todos os lugares.
Onde vamos chegar?
É a realidade do nosso século. O século XXI. O século da tecnologia da informação e do desenvolvimento. Será que é o desenvolvimento da insegurança urbana?
Fico a pensar: Se voltar no tempo é viver no passado, acredito que seria melhor viver naquele tempo.
Não tínhamos celular e nem TV HD OU FULL HD. Não tínhamos computador nem outros equipamentos sofisticados dos dias de hoje mas éramos “humanos” vivendo como humanos ““.
E hoje?
Vivemos em quatro paredes, onde o máximo que olhamos são as grades.
Vivemos numa prisão e com medo. Isolados do mundo. Sem conversar em função do constante medo.

- Vou parar. Está soando o alarme. Qual? Do carro? Da casa? Do prédio? Não sei. Só sei que estou com medo. Não posso nem pegar a bolacha “Maria”, pois o barulho tradicional de mastigar pode demonstrar que aqui tem gente. Vou parar... Estou com medo. Muito medo...