quarta-feira, 16 de julho de 2014

FRAGILIDADE DO SER HUMANO



FRAGILIDADE DO SER HUMANO

somos frágeis
David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br

Triste!
Prostrado!
Assim ficam as crianças quando estão com febre alta.
E os adultos?
Triste!
Prostrado!
Também quando a febre atinge temperaturas altas no corpo?
Não só nestas ocasiões.
Triste!
Prostrado!
Quando alguma coisa está fora da normalidade. Quando se sentem incapazes de contornar certas situações.
Triste!
Prostrado!
Estas situações ficam demonstradas nos semblantes destes adultos.
Destes adultos seres humanos.
Vão surgir as indagações dos conhecidos:
- Que está acontecendo contigo?
- Porque estas “olheiras”?
São as demonstrações “ao vivo”.
Triste!
Prostrado!
“Tristeza não tem fim, felicidade sim...” diz a letra da música que estou sempre a recordar.
Triste!
Prostrado!
Fico a pensar “com meus botões”: somos seres muito frágeis. Somos sensíveis.
Alguns se fazem de “fortes”. Não porque lutam MMA ou Krav Magá. Faz-se de fortes... Depois surge o “stress”. Somos, isso sim, seres frágeis. Seres sensíveis!
Muitos estão com sorriso por fora, mas por dentro estão numa “secura”, tentando segurar a tristeza. A prostração.
Ficam a pensar.
Pensar!
Como solucionar os problemas existentes? Como?
Voltamos a caminhar.
Caminhar ao redor de uma mesa.
Voltamos a caminhar.
Pelos parques.
Pelas ruas.
Pelas Praças.
E continuamos com o semblante a demonstrar certa tristeza. Certa prostração.
Significando que os problemas continuam. Não foram resolvidos. O que fazer?
Parar! Pensar! E tentar solucionar.
Ela vem. Mas demora. E esse tempo vai passando. E a dor dessa tristeza vai acompanhando.
Num repente vem a solução.
Solução boa.
Mas o tempo já passou.
Alguns fios de cabelo ficam iguais à neve que cai lá fora...
Volta o sorriso.
E a vida continua.
Agora sem aquele ar tristonho.
São os dias “malignos” que todos nós temos que percorrer em algum momento de nossas vidas.
Uns mais.
Outros menos.
Somos seres humanos.
Frágeis!
Muito frágeis.
Não podemos esquecer que as soluções acontecem. Temos que procura-las. Muitas vezes elas demoram.
Mas chegam.
Às vezes com mais vagar.
Mas chegam!
Somos solitários.
Somos frágeis.
Somos seres que pensam.
Em muitas ocasiões tristes.
Em muitas ocasiões tristes e prostradas.
Somos seres humanos.

Somos frágeis.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

"ESTRELA" CADENTE


“ESTRELA” CADENTE





David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br



Ao deslumbrarmos o horizonte, sempre procuramos observar as estrelas. Quando vimos uma cadente falamos a todos que estão ao nosso redor sobre o acontecido. É fantástico!!!!!!!!
Não é destas estrelas – que por sinal são lindas – que estarei falando.
Estou me referindo a algumas “estrelas” que acham que são estrelas mas na realidade são só cadentes e não estrelas. Mas continuam cadentes...
Em toda organização, por menor que seja, o relacionamento é fundamental. Entre todos. Inclusive entre os clientes internos. Eu disse: clientes internos.
Muitos assim não pensam.
Muitos assim não agem.

Acham,isso sim, que são os donos da verdade. E isso não pode acontecer – nunca -.
O diálogo profissional e o diálogo social são fundamentais para o engrandecimento de uma organização e da sociedade como um todo.
Muitos se acham “estrelas”. E podem até ser, mas na medida do possível que não possuem o diálogo tão necessário com as pessoas ditas “estrelas” se tornam cada vez mais “estrelinhas cadentes”.
E vão caindo!
Caindo!
Caindo!
Quando vão ver não há mais nada a fazer.
Encontram-se no chão!
No chão...
Estas “estrelinhas” como tal se acham e pensam que estão no “estrelato”. Mas não são!
Estragam a organização.
Estragam tudo.
O pior é que muitos dentro de uma organização não percebem o estrago que estas ditas “estrelinhas” podem e fazem. Estas pessoas estão de óculos escuro. Bem escuro!
Mas!
Necessitamos sempre pensar.
Cuidar dessas “estrelinhas”. Cuidar da organização.
Muitas vezes estas “diminutas estrelinhas” realizam um “grandioso” estrago.

Estas “diminutas estrelinhas” normalmente são cadentes e decadentes. Cadentes e decadentes! Além de tudo muito invejosas...

Ou seja: “Fazem um mal danado para qualquer organização”. Muitas vezes o mal é tão grandioso que depois de algum tempo a organização não mais tem salvação. São estrelas cadentes.+

sexta-feira, 11 de julho de 2014

NÃO ENTENDO!



NÃO ENTENDO!

David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br





Não entendo.
Não entendo a inveja de algumas pessoas.
Não entendo como algumas pessoas vendo outras subirem “a escada” podam estes “degraus”, em função de possuírem algum “poder” que outras pessoas possam alcançar algum “voo” maior junto à sua profissão em função de sua competência e com isso possam “fazer” alguma sombra... Não podemos esquecer: a “escada” é grande e há lugares para todos os “competentes”. Em certos momentos os podadores não possuem competência, mas possuem “alguma poder”...
Não entendo!
Em contrapartida em outros momentos estas mesmas pessoas que “podam” os questão subindo por sua competência “elogiam” (claro que a gente vai compreender depois que foi um “falso” elogio...).
Como pode acontecer isso?
Não entendo!
Claro que ao passar dos dias ou a cada dia a gente conhece melhor as pessoas que estão ao nosso redor.
Não se pode ser “bonzinho” – em nenhum momento -.
Isso causa um mal- estar profundo entre as “amizades”.
Devemos ter muito cuidado com “certas” pessoas. Isso não deveria ser assim. Afinal de contas somos todos seres humanos.
Infelizmente, também, a inveja é algo muito ruim. E como é ruim... Faz um mal danado... A tudo!
Porque tudo isso?
Não sei.
Não entendo.
Mas um dia, ainda, vou entender...
Entender melhor o ser humano.
Gozado, também sou ser humano. Os “invejosos”, tenho plena certeza, são muito poucos em relação a todos nós. Mas fazem um mal danado... A todos!
Mas nunca serei “desse” time. O time dos invejosos. Que causam um mal danado a todos. Prejudicando a competência de todos. Muitas vezes poderá até prejudicar a sua pessoa. Será que estes invejosos pensam nesta consequência? Acredito que não. Estão com os olhos vendados... E bem vendados!
Mas continuo dizendo e me perguntando: Por quê?

Não entendo!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

DEIXOU SAUDADE!



DEIXOU SAUDADE!

deixou saudade!




David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – 
david.ez@terra.com.br






Assim como veio, já se foi.
Chegou meio acanhada.
Desacreditada por muitos.
Mas chegou...
Foi ocupando seu espaço.
E à medida que o tempo foi passando as emoções foram aumentando.
Aumentando!
Aumentando!
E ela que chegou sem à vontade de muitos foi passando as emoções para todos, ou quase todos. Sempre tem os que gostam de “tomar Sal de fruta” – estão sempre do contra...
Alegria!
Festa!
Descontração! E até “Fun Fest”...
Estou falando da Copa.
Da “Copa das Copas”.
Dos eventos da Copa do Mundo de Futebol ocorridos em Porto Alegre.
As seleções dos países e seus atletas.
As torcidas dos visitantes.
As torcidas dos simpatizantes pelo futebol.
As emoções dos jornalistas esportivos brasileiros e dos que eram “forasteiros”. Todos estavam demonstrando a sua emoção. Pelas rádios, Pelos jornais. Pelas emissoras de TV. Pela Internet. Todos estavam nos transmitindo suas emoções de poderem estar em Porto Alegre. Sentirem nossa hospitalidade. Mostrando nossa cidade ao mundo.
Tudo deu certo!
Até os “entornos do estádio”. Tudo deu certo!
Passando pelo “Caminho do Gol” – que brilhante idéia. Não temos metrô (ainda!) mas possuímos um caminho que somente nós temos. O “caminho do Gol”.
Algo para ficar na história.
Na história da cidade.
Na história das Copas, pois muita coisa de inusitado, durante este evento, aconteceu em Porto Alegre.
Mas ela ainda não terminou, vão exclamar alguns que estão lendo estas “mal traçadas linhas”.
Eu sei!
Mas para Porto Alegre, capital de todos os gaúchos, ela já findou.
Já está na história.
Já está na nossa lembrança.
Deixou saudade!
Mostramos que somos capazes - e muito capazes – de organizar e realizar grandes eventos – regionais, nacionais e – principalmente – internacionais.
E mais: nossos interlocutores – os profissionais da comunicação estão de parabéns- pois mostraram ao mundo sua emoção em difundir a nossa capital.
Parabéns  e meus agradecimentos aos organizadores – que diuturnamente – trabalharam em prol deste evento.. Acreditaram!
Quando dá certo temos que elogiar, e não só falar das coisas que em certos momentos não dão muito certas.
Finalizo dizendo: Ficou na história.

Deixou saudade!

terça-feira, 1 de julho de 2014

DEIXEM-NOS VIVER!



DEIXEM-NOS VIVER!







David Iasnogrodski – escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br




Existem leis que a rigor não poderiam e nem deveriam ser mudadas.
Maior exemplo: Lei da Vida.
Nascemos e após algum tempo deixamos de viver.
É a Lei da Vida.
O pior de tudo é quando esta lei é interrompida.
Ou seja: quando idosos observam jovens deixarem o nosso mundo.
Isso não deveria existir nunca. Mas acontece! E como acontece!
Há pouco tempo atrás observei um parente meu ter que viver e sofrer este abalo.
Também vejo, em alguns lugares, jovens sendo seqüestrados ou torturados até à morte e após seus pais terem que realizar as devidas cerimônias fúnebres. É a Lei da Vida sendo mudada...
Porque isso?
Porque os seqüestros?
Porque as torturas?
Porque as mortes prematuras?
Porque?
Porque?
É a mudança da Lei da Vida.
Estamos vendo isso em muitos dias. E em dias seguidos...
São muitas dores.
São muitas lágrimas derramadas.
Porque?
Porque os seqüestros?
Porque os atos terroristas?
Porque as mortes prematuras?

É a Lei da Vida?
Não!
É a contrariedade da Lei da Vida.
Nosso Criador nos fez.
Nosso Criador nos tira.
Isso é fato!
Mas não nos tira por atos horrendos.
Não nos tira por atos truculentos.
Porque?
Sei que para tudo há explicações. Sei que para tudo há interpretações.
Temos que parar com a violência. Em todos os momentos.
A qualquer preço. Tudo vem o preço! Em tudo vem a moeda...
A violência não deveria existir.
Sei que a violência nos acompanha pela história.
Que história é essa? É a dos seres humanos?
Viemos ao mundo sem violência.
E porque a vimos neste mundo?
Como parar?
Não tenho força para dizer. Não tenho força para fazer isso parar. Sou sozinho.
Sou sozinho?
Não acredito.
Vamos nos unir.
Todos contra a violência.
Todos contra o terror.
Todos contra a selvageria humana de alguns.
Vamos nos unir!
Necessitamos nos unir em favor da Lei da Vida.
Não possui muitos parágrafos.
Só possui um: “ Deixem-nos viver em Paz”.
Deixem-nos viver em Paz e com Liberdade.
Deixem-nos viver em Paz, com Liberdade e com plena saúde.
Deixem-nos viver em Paz, com Liberdade, com plena saúde e sorriso nos lábios.
Deixem-nos viver!
Deixem-nos viver o tempo necessário.
Deixem-nos viver em harmonia.
Todos!