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quinta-feira, 27 de março de 2014
ENTREVISTA AO PROGRAMA "PONTO NET"
quinta-feira, 20 de março de 2014
"DEIXA A VIDA NOS LEVAR..."
Dívidas!
Dívidas!
Dívidas!
Estas dívidas...
Atrapalham tudo.
Consumismo sem
organização atrapalha, em certos momentos, a vida inteira de qualquer ser
humano.
Em tudo necessitamos nos
planejar.
Planejar para conseguir.
Conseguir, nem sempre, o
que desejamos naquele momento.
Pode demorar, mas assim
podemos dormir um sono tranquilo...
Temos que nos acostumar.
Não adianta desejarmos
consumir sem podermos consumir. Consumir por consumir...
Em muitas ocasiões
observamos os depressivos em função das dívidas.
Estas dívidas!
Com calma! Muita calma!
Não adianta desejarmos
consumir aquilo que não podemos pagar.
Sei que muitos ao lerem
estas palavras não vão se interessar muito, pois pensam exatamente ao contrário
do que estou escrevendo.
- Vamos consumir e deixar
a vida nos levar!
Mas aí surgem os dias
fatídicos: dia dos vencimentos.
Depois os outros
vencimentos.
E depois os outros
meses...
E assim por diante. Até o
último "centavinho"...
Quando, na realidade,
vamos nos dar conta não temos mais nada. Nada mesmo!
E aí?
- Só nos resta cantar: “Deixa
a vida nos levar”!
E as dívidas nos levam
mesmo!
Cuidado!
Muito cuidado!
Olhar para o lado e
poupar alguma coisa em cada instante. É bom! É bom para os dias de amanhã.
Será bom para sempre.
Será bom para nossos filhos.
Lembrem-se disso: poupar
é melhor do que realizar dívidas sem podermos cumprir com os devidos
pagamentos.
Infelizmente alguns só
pensam em: “Deixa a vida nos levar...”
“Poupar e caldo de
galinha não faz mal a ninguém”.
quarta-feira, 19 de março de 2014
EXPERIÊNCIA
EXPERIÊNCIA
Quanto vale a experiência?
Muito?
Pouco?
Ou não vale nada...
............................................
Na minha opinião experiência é muito.
Afinal de contas se tivermos o amanhã é porque tivemos o
ontem.
Isso é experiência.
Muitos podem não pensar dessa maneira.
Respeito! Respeito todas as opiniões.
Mas devemos ter as nossas. E lutar por ela.
Luto pela experiência.
Luto para saber cada vez mais.
Isso é lutar pela experiência, pois sei que ao conseguir meu
intento é porque houve a experiência de alguém que me fez ver ou pensar.
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Sei que erro.
E como erro! Mas, diz o ditado popular: “Errar é humano” ou
outro “Só erra quem faz”.
Só não podemos é persistir no erro.
O que é isso?
É ver a experiência e não persistir na experiência errada.
Sei que muitos não gostam da história ou de pensar em
história.
Já tenho meu pensamento contrário.
A história é a nossa experiência.
E é nela que necessitamos realizar nossas pesquisas.
Vivemos atualmente num mundo globalizado.
Num mundo onde tudo é pensado, planejado e realizado com
muita rapidez, pois senão o “outro” – o concorrente – ao lado já estará
executando antes de nós.
Mas tenho a certeza de que muitos desses planejadores e/ou
executores realizaram uma pesquisa na história.
Pesquisa nas experiências anteriores, mesmo que seja num
tempo menor do que se fazia anteriormente.
É o medo de realizar erradamente.
É o medo de realizar sem poder manusear algo anterior – algo
das experiências anteriores.
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Assim é o hoje.
Assim será o amanhã.
Com mais rapidez do que hoje.
Com mais exatidão, até acho, mas se utilizando da
experiência.
Se utilizando da história.
..............................................................
Assim é a vida.
Assim é o mundo.
Assim é a história dos seres humanos.
Sem história não somos nada.
Uns vendo as experiências dos outros e seguindo em
frente com suas experiênciasterça-feira, 18 de março de 2014
SELVA DE...
Selva de pedra.
Selva de ferro.
Selva de...
É assim que vivemos.
E “eles” lá fora.
Todos os dias.
Páginas inteiras dos
jornais a noticiar os fatos.
Manchetes principais de
capa.
De jornais.
Revistas.
TV.
Internet.
“Eles” fora.
Nós na “selva de grades”.
E o número cada vez
aumenta mais.
De grades.
De blindagem nos carros.
De medo.
E “eles” a planejar
maldades cada vez mais audaciosas.
Atrocidades.
E nós?
Na selva de pedra.
Na selva de grades.
E o medo cada vez maior.
E o ”stress” a tomar
conta de todos. Todos nós...
E “eles” se armando. De
todo e qualquer tipo de arma.
Causando pânico.
Nos adultos.
Nas crianças.
Onde vamos parar?
Por enquanto é o nosso
sorriso que está parado.
É o medo de tudo.
De andar à noite.
De andar de dia.
De carro.
No transporte público.
Em tudo.
O que nos resta?
Selva de pedra.
Selva de ferro.
Selva de grades.
Onde vamos parar? No
calabouço?
.................................................
Pensar, pensar,
pensar....
E depois?
..........................
Voltar para a selva de...
segunda-feira, 17 de março de 2014
ESSES APOSENTADOS!!!
- Seu João, estou juntando toda a “papelada” para me aposentar. São muitos anos de trabalho.
- E depois?
- Sim, e depois? Vou procurar outros afazeres. Não poderei
ficar para do. Não é bom!
- Eu vi a respeito disso na TV.
- E eu também. O problema é o que fazer. Será fácil procurar
outro trabalho? Não sei. Mas vou procurar. E fazer o que gosto.
- É importante! Fazer o que a gente gosta. Mas e a idade?
- Pois é ... A idade. Mas vamos ver. O importante é que já
estou com toda papelada pronta.
-Logo, logo teremos aqui na rua um novo aposentado.
..............................................................
- Seu João, olha aqui. Estou aposentado. E já vou procurar
outro trabalho. A esposa disse que não me quer em casa sem fazer nada...
- E ela está certa.
-vou procurar alguma coisa que gosto. Se souber de algum
trabalho me avisa. Faça-me este favor.
- Claro! Talvez até lá na empresa onde trabalho tenha vaga.
- Lá vou eu...
.............................................................
- Seu João, já estou trabalhando. Estou ajudando no
escritório da Oficina Mecânica do Aristides. Não é muito o que ele vai me
pagar, mas ao menos não vou ficar em casa. E é serviço que gosto.
- Legal!
- Vamos lá! Inicio amanhã.
- Sucesso!
- Obrigado!
............................................................
- Seu João, amanhã faz um ano que me aposentei. E estou
gostando dessa nova vida. Lá no Aristides estão gostando do meu trabalho. Mudei
algumas coisas e eles estão satisfeitos. O trabalho no escritório está indo
mais rápido...
- Esses aposentados!!!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 6 de março de 2014
ENCONTRANDO FAMILIARES. REVENDO AMIGOS. CONHECENDO OUTROS. PASSEANDO BASTANTE
ENCONTRANDO
FAMILIARES. REVENDO AMIGOS. CONHECENDO OUTROS. PASSEANDO BASTANTE.
Estive em São Paulo.
Nas minhas férias.
Também estive em Termas
do Gravatal (lá é um paraíso. No hotel Termas do Gravatal).
Até aí nada de mais.
Muitos vão a São Paulo.
Outros tantos vão às
Termas do Gravatal.
Aconteceu comigo o que
desejava a muito.
Que São Paulo não fosse
somente uma cidade de passagem.
Normalmente a gente vai
para lá assistir um Congresso. Um show. Proferir uma palestra. A trabalho...
Passar pelos seus
aeroportos, mas muitas vezes a gente não conhece a cidade. Seu povo. Suas ruas
e avenidas.
Desta vez me propus,
juntamente com meus familiares ficarmos alguns dias conhecendo um pouco desta “cidade
grande”. E como é grande. Tudo é longe. Mas tem história. História bela...
Valeu a pena!
Inicialmente através de
um “city tour” fiquei conhecendo seu centro histórico. Finalizando no famoso
Mercado onde o sanduiche de mortadela e o bolinho de bacalhau foram as delícias
do meu almoço, sem antes passar pelas degustações das deliciosas frutas frescas
oferecidas pelos “banqueiros”.
Também conheci a “25 de
março” e suas “lojinhas”, Estação da Luz e sua arquitetura de um tempo
histórico, Museu da Língua Portuguesa, Pinacoteca e também estive no om Retiro –
o “velho” bom Retiro. Antigo bairro judaico desta cidade grande.
Também aproveitei com um
outro roteiro conhecer alguns bairros: Morumbi, Higienópolis, Pinheiro, Brás e
outros. Limpeza das ruas é uma realidade. Não vi buracos. Outra realidade:
educação e atenção ao visitante por parte da população em geral, inclusive dos
taxistas e guardas de rua. É de se tirar o chapéu...
Aproveitei para conhecer
bem a Av. Paulista (de dia e de noite) juntamente com seus recantos: MASP e
Parque Trianon. Também estive na Rua Oscar Freire e notei os seus restaurantes.
Estão notando que deu
para conhecer algo desta capital.
Estando em São Paulo e
não dar um abraço nos meus primos Paulo e Eliana Golbert não seria legal. Lá
fomos nós. Um encontro muito agradável. Numa cantina. Encontro familiar onde
recordamos muito da “velha” Porto Alegre.
Outro encontro muito
agradável foi rever o Rabino Iehuda Gitelman. Esteve ele por 18 anos a exercer
suas atividades em Porto Alegre, junto à Sinagoga do Centro israelita Porto
Alegrense. Atualmente está exercendo suas “grandes” e criativas atividades como
um líder religioso junto à Congregação Beth-El (situada no Jardim Paulista).
Assisti o Cabalat Shabat
(cerimônia da espera do sábado) junto a esta Congregação que foi fundada em
1926. É a mais tradicional e inovadora comunidade judaica de São Paulo. Está
iniciando seu processo de renovação, pois cedeu em 2011 o espaço da Sinagoga da
Rua Martinho Prado para abrigar o futuro Museu Judaico.
Fomos muito bem recebidos
pelo Rabino Iehuda e sua diretoria. Estávamos todos saudosos. Conversamos
muito. O serviço religioso é muito entusiasmante e interativo. Todos os
integrantes: Rabino, “Chazan” (cantor), pianista e intérprete feminina e bem
jovem – formam um grupo muito harmonioso.
Motivam a todos os
presentes, não só com as músicas e rezas mas também com a prédiga do Rabino.
Estão todos de parabéns. O Rabino Iehuda está muito bem integrado junto à sua
nova “Casa”. Ficamos agradecidos com a receptividade.
Também aproveitamos a
oportunidade de assistir a peça teatral “Tribos”, com a interpretação de Antônio
Fagundes no Teatro Tuca. Valeu a pena, pois o tema é muito interessante.
Enfim, São Paulo não é só
trabalho, trânsito maluco. Não! É hospitalidade e também uma cidade cosmopolita.
É a São Paulo que eu
ainda não conhecia.
Conhecia de outra
maneira!
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