quinta-feira, 27 de novembro de 2014

REALIDADE?!




REALIDADE?!

baleiro,balas!



David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
www.davidiasnogrodski.blogspot.com


Baleiro, balas!
Baleiro, balas!
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Era assim, dentro dos cinemas antigos, que os vendedores de balas e guloseimas, chamavam a atenção do público para seus produtos. Tudo dentro dos cinemas de bairro, dizendo em alto e bom tom:
Baleiro, balas!
Baleiro, balas!
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Hoje, em alguns cinemas, de Shopping, logicamente, pois em bairros das cidades não há mais cinemas, alguns vendedores de balas ainda oferecem dentro dos cinemas seus produtos adocicados. Mas são poucos.
O que temos são grandes balcões nas salas de espera que nos oferecem balas, refrigerantes e “sacolões” de pipoca. A maioria compra pipoca nas embalagens enormes.
Entram nos cinemas e os espectadores logo percebem: “As pipocas em primeiro lugar, pois as embalagens são tão grandes”. Quando inicia o filme só se ouve o mastigar das pessoas e o cheiro das pipocas .
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Nota-se hoje que pessoas com alguma idade vendendo balas – “balas de goma” – nas esquinas. Com muita cordialidade. Em várias horas do dia, não importando a temperatura e também com chuva. Lá estão elas a nos oferecer as “balinhas” em seus pacotinhos. Balas de goma redondinhas... Muito gostosas!
São pessoas, como disse anteriormente, já com alguma idade.
É a falta de emprego para as pessoas que atingiram certa idade.
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A longevidade das pessoas aumentou e estas ficam sem fazer muita coisa e a “tal” aposentadoria é muito “minguada”, logo vem a percepção de uma criatividade para passar as horas do dia:
Baleiro, balas!
Baleiro, balas!
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É a vida!
É a realidade.
Realidade das nossas esquinas.
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Já não são só as criancinhas nos solicitando “algo” para comer.
Já não são só os entregadores de publicidade de apartamentos.
Agora temos os vendedores de balas:
Baleiro, balas!
Baleiro balas!
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Realidade?!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

VAI E VEM...




VAI E VEM...

vai e vem...



David Iasnogrodski 
– escritor, engenheiro, administrador – david.ez@terra.com.br
www.davidiasnogrodski.blogspot.com


Vai e vem...
É o movimento da “cadeira de balanço”.
Toda empalhada.
Antigamente muito comum.
Hoje não tanto.
Embalar crianças.
Descanso dos mais idosos.
Para todos ela servia.
“Era um bom balançar...”
Madeira e palha.
Eram os materiais de sua confecção.
Todos se deliciavam.
Era um balançar que às vezes a gente dormia...
Vai e vem...
Vai e vem...
Quem a criou?
Não sei.
Mas foi um “grande invento”.
Um invento para todos os gostos.
Desde a mais tenra idade até o mais idoso.
Vai e vem...
Coisas simples.
Gostosas.
Onde todos podem usufruir.
Assim é a “simplicidade”.
Hoje estamos no mundo da tecnologia.
Tecnologia mais complicada.
Complicada só para alguns.
A “criançada” gosta.
Todos utilizam.
Produtos tecnológicos.
De rápido consumo.
Logo, logo já existem outros.
E assim por diante.
Mundo da tecnologia.
Mundo do consumo.
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E a “cadeira de balanço?”
De palha e madeira.
Vai e vem...
Não complicada.
De um outro mundo.
Mas ainda existe.
Ainda é usada.
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Vai e vem...
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Alguns vão...
Outros chegam...
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Vai e vem...

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

MUNDO DE HOJE!




MUNDO DE HOJE!

mundo de hoje - mundo mudado



David Iasnogrodski
 – escritor, engenheiro, administrador – 
david.ez@terra.com.br
www.davidiasnogrodski.blogspot.com




Ufa!
Que frio, dizem os americanos do Norte.
Ufa!
Que calor, estamos dizendo nós aqui no extremo sul do Brasil.
Nem lá chegou ainda o inverno.
E nem aqui chegou o verão.
O que nos espera?
Dizem “eles”.
O que nos espera?
Estamos dizendo “nós”.
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São as mudanças climáticas, dizem os meteorologistas.
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Antes todos tinham inverno, primavera, verão e outono. Tudo bem definido.
E hoje?
Tudo mudado.
E tudo ainda mudando...
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O que nos espera?
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Tudo mudou?
E tudo ainda está mudando...
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Com isso acontecendo as surpresas estão se avolumando.
As doenças já são diferentes.
As frutas estão diferentes.
Tudo diferente.
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Todos exclamam: O que fazer?
Outros dizem: esperar.
Outros ainda dizem: somos nós os culpados a respeito do que está acontecendo.
E agora?
Bem!
Agora é esperar, esperar.
Nos acostumarmos, pois tudo está mudando.
Ainda não está mudado.
Muito ainda está por vir...
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É o mundo de hoje...

E nós fazemos parte desse mundo!